ANS quer novo modelo para planos de idosos

julho 19th, 2010

Estima-se que o número de idosos no país triplicará nos próximos 40 anos. Este fato fez com que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) defendesse a adoção de um novo cálculo de preço para os planos de saúde de idosos. Este novo modelo será discutido amplamente e prevê a criação de um fundo de saúde, que será formado por um percentual da mensalidade paga às operadoras, como se fosse um sistema de capitalização.

Novos modelos de gestão precisarão ser desenvolvidos pensando neste público, disse o presidente da ANS Maurício Ceschin.

Enteado em Plano de Saúde

julho 19th, 2010

Um Projeto de Lei do deputado federal Fábio Faria pretende por fim a situações constrangedoras, que ocorrem quando, meio-irmãos e filhos de pais diferentes, más que coabitam em uma mesma unidade familiar, tem acesso diferenciado a serviços de saúde.

Esta Lei vai permitir a inclusão de enteados como beneficiários no plano de saúde familiar. A inscrição será restrita a menores de 18 anos e desde que comprovada sua dependência financeira.

Se aprovada, esta Lei atenderá uma velha reivindicação de pais e dará oportunidade a todos.

ANS divulga índice de reajuste dos Planos de Saúde

junho 14th, 2010

O índice de reajuste dos planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ficou em 6,73%, número um pouco menor do que o de 2009.

Este reajuste deveria ter sido divulgado em abril, o que fará com que haja cobrança retroativa. Para o aumento dos preços, as operadoras devem levar em conta a data de aniversário do contrato.

A ANS estuda outras formas de reajustes, incluindo uma por eficiência no atendimento ao cliente. É ver para crer. Vamos aguardar!

NOVAS COBERTURAS

junho 7th, 2010

Fonte: Tânia Gomes - www.segurarsaude.com.br

Vejam as novas coberturas implementadas hoje, segunda-feira, dia 07/06/2010 em todos os contratos firmados a partir de janeiro de 1999.

São 70 novos procedimentos nos Planos de Saúde e 16 nos Planos Odontológicos.

Exemplos:

1 - Cobertura de Transplante de Medula Óssea

2 - Pet Scan Oncológico - exame de imagem para identificação de câncer em estado inicial e avançado - Exame de alto custo financeiro.

3 - Ampliação do número de consultas em diversas especialidades como:

FONOAUDIOLOGIA DE 06 PARA 24 CONSULTAS AO ANO

NUTRICIONAISTA DE 06 PARA 12 CONSULTAS AO ANO

PSICÓLOGOS DE 12 PARA ATÉ 40 CONSULTAS AO ANO DESDE QUE SEJAM INDICADAS POR UM PSIQUIATRA

4 - Implante de marcapasso multissítio

5 -Oxigenoterapia hiperbárica

6 -Mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo

7 - Procedimentos Odontológicos como

COLOCAÇÃO DE COROAS E BLOCOS DENTÁRIOS

O contrato de Assitência Médica brasileiro é o mais completo do mundo. Se não fosse o custo, deveríamos comemorar.

REAJUSTE ANUAL DOS PLANOS DE SAÚDE CONTRATDOS A PARTIR DE JANEIRO DE 1999

junho 2nd, 2010

 

O índice de reajuste dos Planos de Saúde que deveria ser divulgado no mês de maio para os planos contratados a partir de janeiro de 1999 sofreu um atraso. O que significa que os próximos boletos virão com valores maiores, já que estarão inclusos aí o valor do reajuste retroativo.

Este reajuste prejudicará principalmente quem tem seu contrato com aniversário nos meses de maio e junho, já que este índice deverá ser divulgado apenas em julho, mês que coincide inclusive, com os novos procedimentos obrigatórios a serem aplicados a estes contratos. De qualquer forma, o índice a ser anunciado vem seguindo, sistematicamente a metodologia adotada desde 2001, que se baseia no reajuste dos planos coletivos.

Portanto, para quem possui contrato com aniversário nos meses de maio e junho sugiro que guarde uma reserva para cobrir a diferença do reajuste. Nos meses seguintes os valores se normalizarão.

Os novos índices serão divulgados aqui na

www.segurarsaude.com.br/blogEstejam atentos.

Abraços,

 

Tânia Gomes

Corretora de Seguros e Planos de Saúde

www.segurarsaude.com.br

(11) 3661 3296

PRATICAR ESPORTES FAZ BEM Á SAÚDE, MAS PODE TRAZER SÉRIOS RISCOS.

maio 26th, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 26 de Maio

No placar da saúde, os benefícios da prática esportiva são incomparavelmente maior que os riscos. Mas estes existem e podem ser evitados com cuidados simples.

A busca de uma vida mais saudável, um corpo mais atraente ou simplesmente o espírito esportivo contagiado por eventos como a Copa do Mundo têm feito crescer o número de pessoas que praticam esportes e atividades físicas. É um fato muito positivo. Estudos nas mais diversas áreas da medicina atestam seus efeitos favoráveis para a saúde. Mas os consultórios também estão repletos de exemplos dos riscos a que estão expostos atletas, iniciante ou veteranos, habituais ou esporádicos que não respeitam seus limites, ignoram problemas físicos ou não observam cuidados básicos como boa alimentação, alongamento, hidratação e, quando necessário, suporte médico. Aí, em vez de benefícios, o esporte pode trazer problemas de torções, distensões, tendinites, dores, fadigas musculares e até doenças mais graves, como as cardiovasculares e as hérnias de disco.

Para garantir a relação entre esportes e saúde é necessário que a pessoa faça uma análise de seu perfil e verifique se a atividade esportiva, o ritmo e a intensidade são adequados. Um sedentário não vira um atleta de uma hora para outra. Um obeso vai se beneficiar do exercício físico, mas terá de fazer a escolha certa, pois o excesso de peso favorece lesões nos músculos e articulações.

Mesmo quem já pratica exercícios não pode alçar vôos maiores sem estar preparado. Quem corre alguns quilômetros, por exemplo, tem de se preparar por meses se decidir que quer arcar uma maratona. Outro erro grave é compensar a semana de sedentarismo suando a camisa no sábado e domingo. Nesses casos, é melhor trocar a corrida por uuma caminhada.

O limite do esforço físico pode ser medico de maneira simples: a capacidade de falar durante sua execução. Se a fala estiver entrecortada, é hora de parar. Além disso, treinamento exige descanso para que o corpo se recupere. O correto é que os exercícios sejam progressivos, regulares e acompanhados de alongamento. Para iniciante, a American Heart Association e o American College of sports Medicine sugerem 30 minutos de atividade moderada, 5 vezes por semana.

Para uma avaliação preliminar, há testes que podem auxiliar, como PAR-Q (Physical Activity Readiness Questionnaire), com perguntas simples, que orientam sobre a eventual necessidade de avaliação médica mais rigorosa. Teste ergométricos são indicados pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte para homens com mais de 35 anos, mulheres com mais de 45 e pessoas que se dedicam a atividade de maios esforço. Aterosclerose, hipertensão e arritmias, dentre outras demandam orientação médica específica.

Mas esporte combina mesmo é com saúde. Entre as pessoas que praticam atividade física regular é menor a incidência de doenças cardiovascular, hipertensão, acidente vascular cerebral, câncer de cólon, mama, próstata, pulmão etc. Os males do sedentarismo superam, e muito, eventuais complicações advindas da prática esportiva. Portanto, o melhor é adotar os cuidados básicos e aproveitar tudo de bom que o esporte e a atividade física proporcionam.

 

PESSOAS DEPRIMIDAS COMEM 55% MAIS CHOCOLATE, MOSTRA PESQUISA

maio 18th, 2010

Fonte: UOL Ciência e Saúde

Não é de hoje que ataques descontrolados a caixas de bombons têm sido associados a momentos de frustração. Agora, a correlação foi comprovada cientificamente. Segundo estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine, pessoas deprimidas consomem 55% mais chocolate do que indivíduos com o humor equilibrado. E quanto pior elas se sentem, maior a quantidade consumida do alimento.

A pesquisa, coordenada pela professora de medicinaBeatrice Golomb, da Universidade da Califórnia, contou com mais de 900 adultos saudáveis, que tiveram seu humor e seus hábitos alimentares avaliados.

Homens e mulheres considerados deprimidos comiam 8,4 porções de chocolate por mês, contra 5,4 consumidos pelos participantes que não apresentavam depressão. Os indivíduos com sintomas mais intensos chegavam a comer 12 porções por mês, segundo os pesquisadores.

Embora a cultura popular atribua a mania de devorar doces às mulheres, o estudo mostrou que homens também tendem a comer mais chocolate quando estão “para baixo”. Mais da metade dos participantes da pesquisa eram do sexo masculino e os resultados foram similares para os dois gêneros.

De acordo com Golomb, não dá para saber seexagerar no chocolate funciona como uma espécie deautomedicação para quem está deprimido, como indicam outros estudos, ou se ele é a própria causa dos sintomas. Assim como o álcool, a guloseima pode trazer uma sensação imediata de prazer e energia, mas, a longo prazo, faz as pessoas sesentirem ainda mais angustiadas, já que se trata de um alimento altamente calórico.

FAÇA UM CHECK-UP DO SEU PLANO DE SAÚDE

maio 3rd, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 5 de maio

A leitura cuidadosa do contrato pode ajudar na escolha da melhor cobertura e evitar transtornos futuros.

O Brasil tem cerca de 42 milhões de beneficiários de plano ou seguros privados de assistência médico-hospitalar. É comum que, por desinformação, essas pessoas sejam surpreendidas com situação como a falta de cobertura de determinados procedimentos. Essas surpresa poderia ser evitada se tomassem uma precaução: ler o contrato de seu plano antes de adquiri-lo ou utilizá-lo. As informações ali contida sobre coberturas, carência e exclusões são tão mais relevantes que conhecer a rede de hospitais e outros prestadores credenciados, detalhes aos quais se costuma das mais atenção.

O alerta vale para todos os planos, mas os que foram contratados antes de 2 de janeiro de 1999 merecem mais atenção, pois só a partir dessa data é que entrou em vigor a regulamentação do mercado de saúde suplementar. Nesses planos mais antigos, que contemplam 22% do total de beneficiários do País, vale somente o que está escrito no contrato.

Os planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 seguem na lista mínima de exames e procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os procedimentos cobertos são os mesmos em qualquer tipo de plano, seja o básico ou o superior. As diferenças estão na rede de hospitais, laboratórios e outros prestadores credenciados. Portanto, é um equivoco trocar de operadora ou categoria de plano para obter mais coberturas. A lista tem sido acompanhar a evolução da tecnologia médica. As próximas mudanças entrarão em 7 de junho de 2010, englobando dezenas de novos procedimentos e tecnologias, como o transplante alogênico de medula óssea (entre doador e receptor diferentes), o pet-scan ontológico e algumas cirurgias torácicas por vídeo.

Os planos do tipo livre escolha, que reembolsam as despesas do beneficiário, também devem ser analisados com atenção. Os níveis de reembolso variam de acordo com a operadora e a categoria do plano. Poucas pessoas, porem, verificam as tabelas. Só tomam conhecimento delas quando recebem reembolso menores do que o valor do procedimento. Um caminho para evitar surpresas é solicitar à operadora de seu plano uma prévia cobertura e reembolso antes de se submeter a algum exame ou procedimento. Para quem pretende controlar um plano individual, é recomendável avaliar o contrato cuidadosamente antes de assiná-lo e procurar um plano que atenda às necessidades atuais e futuras do beneficiário e seu dependentes, levando em conta principalmente as faixas etárias. A troca de plano deve ser igualmente cuidadosa, especialmente nos casos de doenças preexistentes, que podem perder suas coberturas.

Já os beneficiários de plano empresariais e de adesão coletiva, que representam cerca de 80% do total, têm menos opção de escolha de operadoras, categorias e condições contratuais, uma vez que a negociação é feita diretamente pela empresa contratante. Ainda assim vale a mesma recomendação: faça um check-up do contrato para tirar todas as dúvidas. Afinal, tão importante quando ter um plano de saúde é saber que direitos ele proporciona a quais são seus limites. E vale lembrar que não tem um plano de saúde pode resultar em gastos relevantes em caso de doenças graves ou emergências

Carne bem passada pode dobrar chances de câncer na bexiga

abril 20th, 2010

Fonte: G1

Estudo achou substância prejudicial gerada quando alimento vai ao fogo.
Descoberta vale para carne vermelha e de porco assada, frita ou grelhada. Comer carne bem passada pode dobrar o risco de se desenvolver câncer de bexiga. É o que diz uma pesquisa recente apresentada em uma conferência de medicina nos Estados Unidos. O estudo da universidade do Texas durou 11 anos. Os pesquisadores identificaram agentes químicos na carne bem passada que aumentam duas vezes e meia a probabilidade de contrair câncer na bexiga. Expor a carne demais ao fogo produz uma substância química que prejudica o organismo. A descoberta vale para carne vermelha e de porco assada, frita ou grelhada. O risco aumenta também para quem come frango ou peixe fritos. Existem ainda fatores genéticos, mas o coordenador da pesquisa, Xifeng Wu, foi taxativo: o estudo mostra que há relação entre o que se come e os riscos de contrair câncer.

 

MÉDICO, HOSPITAL, TRATAMENTO. O PACIENTE TEM O DIREITO DE ESCOLHER.

abril 19th, 2010

Fonte: Pagina Einstein - Veja 21 de Abril

Ao buscar serviços de saúde, as pessoas nem sempre agem como consumidores exigentes que, antes da compra, avaliam a qualidade e os benefícios do prestador escolhido para atendê-los. Mas deveriam adotar essa prática.

Ao contratar qualquer tipo de serviço, seja bancário, de telefonia ou algum outro, os consumidores levam em conta não só nome do prestador. São exigentes e pesquisam antecipadamente sobre os valores envolvidos, os benefícios e a qualidade de cada prestador e optam pelo que melhor atende às suas necessidades. Exercem seu direito de fazer escolhas. Mas esses mesmos indivíduos agem de maneira diferente em relação aos serviços de saúde. Por questões culturais ou por falta de informação, não exercem os seus direitos como pacientes e não costumam buscar indicadores de qualidade ou referências quando precisam de um hospital, clínica ou laboratório.

O paciente tem, sim, o direito de escolher seu médico, seu hospital e até seu tratamento. O médico possui o conhecimento, mas a decisão sobre o tratamento tem de ser tomada em conjunto com o paciente, considerando as melhores evidências cientificas e também a individualidade o que vai desde condições financeira até aspectos psicológicos, crenças e valores. A pessoa tem de ser comunicada sobre as alternativas de tratamento e os riscos. No caso de procedimento de risco cirúrgicos ou invasivos por exemplo, essas informações são formalizadas por escrito em documento assinado pelo paciente.

Direito de escolher de escolher significa também poder exigir uma segunda opinião, recusar um exame ou procedimento ou dizer que gostaria de ser atendido por outro Professional ou por outra instituição. Claro que há aspectos que podem restringir as opções a cobertura do plano de saúde ou a disponibilidade e as regras de rede de assistência.

Como saber onde obter o melhor atendimento? Buscando informações. Nem sempre elas estão disponíveis ou facilmente acessíveis. Mas as pessoas devem procurar obtê-las e exigi-las. Os médicos e instituições, por sua vez, devem avançar nas práticas que permitam ao paciente dispor de dados concretos e relevantes para comparar qualidade e beneficio.

Que serviços apresentam melhor taxa de sobrevida em um caso de câncer de mama? Qual a taxa de infecção hospitalar de uma instituição? Em um Acidente Vascular Cerebral (AVC), essa instituição tem um protocolo que garanta o rápido atendimento, importantíssimo para reduzir seqüelas? Qual a taxa de mortalidade nos casos de infarto? Respostas a perguntas desse tipo são decisivas para orientar escolha.

Nos Estados Unidos, há mais de uma década, a Cleveland Clinic começou a divulgar seus indicadores, iniciando um movimento transformador. Hoje, o consumidor norte-americano encontra informações abrangente a e até sites com quadros comparativos entre várias instituições. Isso estimula os esforços para melhorar a qualidade e gerar uma competição entre prestadores alicerçada na busca de qualidade.

No Brasil, mesmo entre instituições de primeira linha, inclusive as que têm a acreditarão de entidades como a Joint Commission International, poucas publicam em seus sites os indicadores de desempenho e qualidade. Multiplicar essa prática dependerá em grande parte da própria atitude do consumidor. Quanto mais consciente ele for de seus direitos, mais exigente será em relação às informações que nortearão suas escolhas. Como paciente ele só terá a ganhar, pois poderá optar, com base em informações, pelo atendimento que lhe convier. Além disso, estará estimulando a concorrência entre os prestadores de serviços na busca contínua de maiores níveis de qualidade e segurança.