Plano de Saúde é o segundo maior sonho do consumidor

maio 4th, 2011

O maior sonho de consumo da população das grandes regiões metropolitanas brasileiras é a casa própria e o segundo, o plano de saúde.

A busca pelo bem estar pessoal, especialmente no que se refere aos filhos faz com que o plano de saúde seja ambicionado por este público.

A compra efetiva se esbarra no preço cobrado pelas operadoras. Custos justificados em função da cobertura contratual, que é imensa.

A solução seria a criação de novos produtos, com planos modulados, de acordo com o perfil da população, porém esta solução se esbarra no marco regulatório, que engessa a criatividade das empresas e as deixa impossibilitadas de lançarem produtos sob medida.

A ANS deveria olhar com mais atenção para esta faixa da população que com, o aumento de sua renda, deseja um plano de saúde e liberar a criação dos mesmos pelas operadoras.

Greve dos médicos de planos de saúde

abril 7th, 2011

Os médicos que atendem planos de saúde fizeram hoje uma reivindicação exigindo melhores remunerações  e autonomia para atendimento aos clientes das operadoras de planos e seguros saúde.

Reivindicação justa, já que são conhecidas histórias de cerceamento e valores muito baixos pagos por consultas aos profissionais da medicina.

As operadoras de planos de saúde cobram valores altos  de seus clientes e remuneram mal os corretores que carregam, juntamente com os médicos, as empresas nas costas.

Recentemente, a Amil, diminuiu consideravelmente o percentual pago a seus corretores. Traiu sua  força de vendas. São eles que vestem a camisa e vão a campo vender, um por um, todos os contratos que faz da empresa uma das maiores do país.

90% das operadoras tambem não remuneram seus corretores por contratos onde o cliente possui mais de 58 anos, uma forma de inibir a entrada de pessoas da terceira  idade em seus planos de saúde, os quais, segundo elas, dão mais gastos e prejuizos as mesmas.

Com todas estas contingências, é justo que os médicos reividiquem seus direitos para que os usuários de planos de saúde tenham atendimento digno.

Greve na Saúde: segurados podem recorrer à Justiça

março 28th, 2011

Data: 25.03.2011 - Fonte: Seguros dia-a-dia

Os segurados e os usuários de planos de Saúde que se sentirem prejudicados por falta de assistência no dia 7 de abril, quando médicos do setor cruzarão os braços em todo o País , poderão entrar com ações judiciais para cobrir eventuais prejuízos, segundo o Ministério Público. As demandas poderão ser impetradas em Juizados Especiais, sem custo financeiro e sem presença de advogado.

Os atendimentos aos planos e seguros no Dia Mundial da Saúde, portanto, não ocorrerão. Nesta data, a Associação Médica Brasileira (AMB) avisa que os médicos não realizarão consultas e outros procedimentos. Os pacientes previamente agendados serão atendidos em nova data. Todos os casos de urgência e emergência receberão a devida assistência. “Se houver a recusa do atendimento e este paciente tiver complicações, é direito dele recorrer à Justiça”, alerta o diretor do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.

A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) tem acompanhado as negociações do Conselho Regional de Medicina (CRM-DF) com as administradoras de planos de Saúde. Mas a promotoria intensifica que o consumidor prejudicado com a falta de atendimento pode ir à Justiça. “Por isso, é bom que o usuário possa comprovar que esteve na unidade de atendimento e não usou o serviço, para exigir reembolso de pagamentos efetuados”, avisa Trajano Sousa de Melo, promotor de Justiça. A rede de credenciamento do plano deve ser impressa para valer como prova documental. “Mesmo que o atendimento não seja emergencial, o paciente tem o direito de recorrer”.

Tardin ressalta a importância das consultas marcadas para o dia da paralisação. “Há sintomas em que não é perceptível o grau da emergência”. A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) diz em nota que o movimento dos médicos é aceitável, desde que não prejudique o atendimento aos beneficiários dos planos de Saúde. O Sindicato dos Médicos do DF (SindMédico) também aderirá à paralisação. “O usuário paga caro pelo plano de Saúde, mas, às vezes, falta médico justamente pela categoria não receber conforme o serviço queo f e re c e ”, explica Gutemberg Fialho, presidente do sindicato.

O médico Carlos Fernando da Silva, especialista em ginecologia e obstetrícia, reclama da intermediação das administradoras no pagamento dos conveniados aos planos de Saúde. “Ficamos à mercê das seguradoras. Nós atendemos e encaminhamos guias para os convênios para recebermos em até 120 dias após a consulta ou cirurgia. O valor que nos repassam é baixo, o que, muitas vezes pode comprometer a qualidade dos serviços”.

SulAmérica reformula planos de saúde

março 9th, 2011

Fenaseg - Notícias | BR

A SulAmérica concluiu a reformulação seu portifólio de produtos, lançando uma nova estrutura para o SulAmérica Saúde e Odontológico Empresarial e PME. A partir de agora, a empresa que quiser contratar o seguro saúde da SulAmérica terá à disposição os seguintes planos: Exato, Básico 10, Clássico, Especial 100, Executivo e Prestige. Os planos oferecem rede referenciada em todo o País, porém com preços regionalizados, todos com acomodação em apartamento. Os planos Exato e Básico 10 também podem ser contratados com opção de internação em enfermaria.
A nova estrutura simplifica a contratação do produto, atendendo às necessidades das empresas e corretores de seguros. Desta forma o cliente pode decidir que plano adquirir de acordo com o perfil de seus funcionários, esclarece o vice-presidente de Saúde e Odontológico da SulAmérica, Gabriel Portella.
As alteraçôes na estrutura do produto foram feitas com base em pesquisas realizadas com clientes, corretores de seguros e profissionais da companhia que lidam diariamente com o SulAmérica Saúde. Com isso, foi possível identificar os pontos fortes e o que poderia ser melhorado no produto. Além da nova formatação dos produtos, a SulAmérica Saúde desenhou o plano Prestige. Voltado para o público que exige serviços personalizados e exclusivos, o produto chega ao mercado com diferenciais importantes. O conceito Prestige foi desenvolvido pela companhia em 2009 e utilizado no relacionamento com o público com alto poder aquisitivo. Inicialmente, o conceito Prestige estava disponível somente aos clientes das áreas de Previdência e Investimentos e agora os segurados do SulAmérica Saúde também poderão aproveitar vantagens desenhadas exclusivamente para este público, enfatiza Portella.
Ao adquirir o SulAmérica Saúde Prestige, o cliente ganha uma rede referenciada exclusiva, valores de reembolso diferenciados, além de coberturas como cirurgia refrativa sem limite de grau, escleroterapia e fonoaudiologia sem limites de sessões, entre outros. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, o segurado Prestige conta com serviços e benefícios exclusivos na rede referenciada, como check-up, consulta ao viajante e cobertura para vacinas do calendário oficial do Ministério da
Saúde. O SulAmérica Odontológico também passa a oferecer o plano Prestige, com serviços como o SPA odontológico, emergência odontológica domiciliar, clareamento a laser, courier para coleta de documentos para reembolso, e mais serviços. Os novos planos foram feitos sob medida para atender as diversas necessidades das empresas, comenta o diretor de Operações da seguradora, Marco Antunes.

ANS acelera criação de plano que une assistência médica e previdência privada

fevereiro 18th, 2011

Fonte: Oestado de São Paulo
Pela proposta, parte do valor da mensalidade seria acumulada em um fundo de capitalização individual, que custearia os gastos com saúde após os 60 anos; tema, debatido há anos, foi incluído na agenda regulatória da agência e se tornou prioridade
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promete finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano que une assistência médica e previdência privada. A ideia é acumular parte do valor da mensalidade em um fundo de capitalização individual, que ajudaria a custear os gastos com saúde após os 60 anos, quando a necessidade de assistência aumenta e a renda, normalmente, diminui.
O projeto vem sendo debatido há alguns anos pelas empresas do setor. Agora o tema foi incluído na Agenda Regulatória da agência - uma espécie de plano de gestão - e se tornou prioridade. “Nos preocupa a sustentabilidade da saúde suplementar. O número de idosos, que hoje representam 10% da população e 25% dos gastos com saúde, deve triplicar até 2050″, diz Mauricio Ceschin, presidente da ANS.
Segundo ele, o sistema atual - em que o valor da mensalidade cresce em função da faixa etária - não é uma boa resposta para a mudança demográfica em curso no País. “Criar um plano de previdência privada atrelado a um plano de saúde é uma das alternativas que estamos estudando.”
O produto seria oferecido por meio de parceria entre uma operadora de saúde e uma instituição financeira que trabalhe com planos do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que permite acumular recursos por um prazo contratado. O resgate do dinheiro - hoje sujeito ao imposto de renda a uma alíquota mínima de 10% e máxima de 27,5% - seria totalmente isento de tributação caso fosse usado com despesas médicas ou para o pagamento de um plano de saúde.
A renúncia fiscal é justamente o maior obstáculo para que a ideia entre em prática ainda neste ano, pois depende do sinal verde da Receita Federal e dos Ministérios da Saúde e da Fazenda. Mas Ceschin diz ser possível lançar o produto sem mudança na legislação: “O VGBL já existe. O que precisamos é construir uma visão conjunta entre as áreas da saúde e da previdência”.
A ANS conta com apoio dos representantes desses setores. Na última semana, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) entregaram suas contribuições para a proposta. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu seu aval.
Ressalvas. Carlos Suslik, professor de Gestão de Saúde do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), considera a ideia boa, mas faz ressalvas. “É uma aposta para daqui a 20 anos. As empresas têm de ser robustas e o governo terá de dar guarida para não deixar os beneficiários desamparados caso elas quebrem”, diz. Além disso, continua, não será fácil estabelecer o preço justo para cobrir gastos atuais e futuros.
Suslik defende que seja mantida a ótica mutualista do sistema atual, em que todos pagam para que uns usem mais o sistema e outros menos, de modo que haja diluição do risco. “Há duas possibilidades: uma é o beneficiário e sua família terem o direito de ficar com o dinheiro acumulado e gerenciá-lo como quiser. Se acabar, problema dele. Na outra, em vez de ficar com o dinheiro, ele permanece com o plano de saúde. Se morrer aos 61 anos, foi um mau negócio, mas, se viver até os 120, terá sido um ótimo negócio. Saúde é algo imprevisível.”
Embora não considere a solução ideal para o financiamento da saúde, o consultor financeiro Mauro Calil diz que a proposta é melhor que o sistema atual. Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada no tema, acha temerário esse modelo num país “com histórico de falta de seriedade na gestão de fundos de capitalização”.

Plano de saúde com prazo para atendimento é visto com temor

fevereiro 16th, 2011

Fonte: Seguros dia-a-dia

A ANS colocou em audiência pública em sua página na internet, até 4 de março, as regas para garantir o atendimento médico-hospitalar e laboratorial dos planos de saúde aos clientes. Os prazos sugeridos estão baseados em uma pesquisa feita no ano passado com cerca de 840 operadoras. Serão de 7 dias úteis para uma consulta básica (pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, ortopedia e traumatologia). Já para uma consulta em outras modalidades, 14 dias úteis. Procedimentos de alta complexidade, como cirurgia ou quimioterapia, o prazo não poderá exceder a 21 dias úteis.

A Abramge e a Fenasaúde se pronunciaram publicamente dizendo que a medida não alterará as rotinas das operadoras, de forma significativa. Contudo, não é o que pensa o Instituto Brasileiro do Direito de Saúde Suplementar (IBSS). Ao jornal Valor Econômico, seu presidente José Luiz Toro da Silva, disse que o regulamento proposto pode aumentar os custos dos planos de saúde e que deverão ser repassados para os beneficiários.

– Apesar de ainda se tratar de uma consulta pública, chamamos especial atenção das operadoras, com referência a eventual redimensionamento de sua rede credenciada, a fim de atender os prazos descritos, causando-nos profunda preocupação a necessidade de prestadores credenciados em todos os municípios da área geográfica de abrangência. Esclareça-se que este último critério altera as instruções normativas da Dipro que estavam em vigor no momento do registro dos planos – comentou Toro da Silva, ao mesmo jornal.

Diagnóstico do setor de saúde

fevereiro 9th, 2011

Diagnóstico do setor de saúde suplementar é publicado em caderno especial do Valor

Data: 08.02.2011 - Fonte: Viver Seguro Online

O mais recente diagnóstico do setor de saúde suplementar no País, apresentado em um caderno especial publicado pelo jornal Valor Econômico nesta segunda-feira, confirma o bom momento das operadoras de saúde. Após uma expansão que elevou a receita do mercado para mais de R$ 70 bilhões, como resultado de uma taxa de crescimento acima da apresentada pelo PIB (estimada em 7,5%), as operadoras projetam também desempenho favorável neste ano, tendo como premissa a continuidade da demanda por produto pelas empresas dos mais variados portes, sobretudo as pequenas e médias, que, como os grandes grupos, acenam com planos de saúde para reter mão de obra qualificada.

Com isso, a taxa de expansão dos planos corporativos dá saltos em relação aos individuais. Os contratos coletivos hoje representam 75% do total dos planos de saúde. A estratégia de operar mais com planos coletivos deve-se ao fato de as operadoras considerarem o nicho de planos individuais muito engessado, tendo em vista a forte ação reguladora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O caderno mostra ainda que, entre os operadores, as seguradoras apresentam taxas de crescimento acima da média de mercado. A estreia de novos operadores no ramo de saúde, a perspectiva de fusões e incorporações e o avanço dos planos odontológicos são outros temas tratado caderno especial de planos de saúde.

Norma de atendimento

fevereiro 3rd, 2011

ANS abre consulta amanhã sobre norma de atendimento

Data: 02.02.2011 - Fonte: Investimentos e Notícias

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre amanhã consulta pública sobre norma que garante o atendimento de beneficiários de planos de saúde. O objetivo da proposta, de acordo com o órgão, é estimular as operadoras de planos de saúde a promover o credenciamento de prestadores de serviços nos municípios que fazem parte da área de cobertura.

Entre os temas abordados pela norma estão o cumprimento de prazos máximos para atendimento às demandas dos beneficiários, como a realização de consultas básicas, exames e internações, e a obrigatoriedade da existência de prestadores de serviços de saúde (hospitais, clínicas, laboratórios e médicos) em todos os municípios que integrem a área de abrangência do plano de saúde contratado.

Nos casos em que não houver prestador de serviço de saúde credenciado em determinado município da área de abrangência do plano contratado, a norma da ANS prevê que a operadora deverá garantir o atendimento em prestador não credenciado no mesmo município; garantir o transporte do beneficiário até o prestador credenciado para o atendimento, assim como seu retorno à localidade de origem; ou reembolsar, integralmente, o custo pago pelo beneficiário pelo serviço ou procedimento realizado. As informações são da Agência Brasil.

ANS quer obrigar planos a agendar consultas em sete dias

fevereiro 1st, 2011

ANS quer obrigar planos a agendar consultas em sete dias

Data: 31.01.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer obrigar as operadoras de planos de saúde a agendar consultas para seus associados em até sete dias caso eles não encontrem médico disponível. Além disso, segundo resolução da agência, “na falta de estabelecimento credenciado ou médico especialista que o conveniado necessite, a operadora deverá garantir o transporte de ida e volta do beneficiário até o local onde o serviço credenciado seja ofertado”. Para entrar em vigor, a resolução depende de consulta pública, o que deve acontecer em até 30 dias

Planos de Saúde: o que diz o STJ sobre os principais problemas

janeiro 20th, 2011

Fonte: InfoMoney

Por conta de alguns planos de saúde adotarem práticas abusivas em relação ao consumidor, nos últimos anos, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) tem tomado diversas decisões no sentido de manter o equilíbrio entre usuários e operadoras.
Assim, baseado na Súmula 469 do STJ, o Tribunal vem aplicando o CDC (Código de Defesa do Consumidor) nestes contratos, a fim de fazer valer o direito dos segurados, mesmo que este tenha aderido ao plano antes da vigência do código.
“Dada a natureza de trato sucessivo do contrato de seguro saúde, o CDC rege as renovações que se deram sob sua vigência, não havendo que se falar aí em retroação da lei nova”, disse, conforme publicado pelo STJ, a ministra Nancy Andrighi.
Decisões
Um dos problemas mais recorrentes que chegam ao STJ é o que diz respeito à negativa de cobertura. Neste sentido, o Tribunal vem reconhecendo que a recusa indevida à cobertura médica é causa de danos morais, já que “agrava o contexto de aflição psicológica e de angústia sofrido pelo segurado”, disse a ministra Nancy.
De acordo com o STJ, a cobertura assistencial é um conjunto de direitos a que o consumidor faz jus ao contratar um plano de saúde, sendo que sua extensão é determinada pela legislação de saúde suplementar e tem de estar expressa no contrato firmado com a operadora.
Outro grande problema enfrentado pelos usuários é o hábito de alguns planos de saúde de limitarem o tempo ou o valor do tratamento e internações de seus usuários. Para o STJ, cláusulas contratuais deste tipo são nulas, sobretudo quando tratam de restrição de valores.
Para o ministro Aldir Passarinho Junior, quando se restringem valores, independentemente do estado de saúde do paciente segurado, esvazia-se o propósito do contrato, que é o de assegurar os meios para a cura.
Reajustes
Por fim, o STJ recebe, repetidamente, recursos que discutem a abusividade nos reajustes dos planos de saúde. A maior parte das reclamações diz respeito aos reajustes quando há mudança de faixa etária, especialmente se o segurado tem 60 anos ou mais.
Na avaliação do Tribunal, contudo, o consumidor que atingiu a idade de 60 anos, seja antes ou depois da vigência do Estatuto do Idoso, está sempre amparado pela Lei e também pelo próprio Estatuto contra a abusividade de reajustes das mensalidades com base exclusivamente na mudança de faixa etária.