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ANS divulga índice de reajuste dos Planos de Saúde

segunda-feira, junho 14th, 2010

O índice de reajuste dos planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ficou em 6,73%, número um pouco menor do que o de 2009.

Este reajuste deveria ter sido divulgado em abril, o que fará com que haja cobrança retroativa. Para o aumento dos preços, as operadoras devem levar em conta a data de aniversário do contrato.

A ANS estuda outras formas de reajustes, incluindo uma por eficiência no atendimento ao cliente. É ver para crer. Vamos aguardar!

PREVENÇÃO É SAÍDA PARA PLANO DE SAÚDE

segunda-feira, março 1st, 2010

Fonte: Estado de Minas | Economia | MG

As operadoras de plano de saúde entenderam que os programas de prevenção da saúde , com a reestruturação no modelo de atendimento ao paciente, é um dos principais caminhos para a redução de custos, além de trazer benefícios ao cliente. Com a competitividade do mercado, novos procedimentos de atendimento estipulados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e a expectativa de envelhecimento da população, a alteração no modelo de atendimento dos planos tornou-se fundamental para a sobrevivência das operadoras. “Caso contrário, o setor corre o risco de sucumbir em menos de 50 anos”, avalia o presidente da Federação das Unimeds de Minas Gerais, Emerson Fidelis Campos.

As operadoras de saúde estão se reestruturando para mudança no modelo de atendimento ao cliente. Emerson Campos ressalta que essa reorganização é uma discussão nacional e deve levar à redução dos preços dos planos. “Queremos trabalhar para manter a saúde. Evitar que o plano seja usado apenas quando o paciente estiver com algum problema grave. É uma mudança de foco. No lugar de tratar da doença, vamos promover a saúde”, ressalta Campos.

A ANS vem estimulando os programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças, com uma mudança no modelo de assistência que está em vigor hoje. Segundo a agência reguladora, grande parte das doenças que acometem a população atualmente é passível de prevenção.

Assim como a Unimed, outras operadoras, como Golden Cross e Bradesco Seguros, estão com fortes investimentos nos programas de prevenção de doenças. Na Golden Cross, mais de 9 mil associados são atendidos hoje pelo Golden Vida, um leque de produtos direcionados à qualidade de vida, promoção, prevenção e reabilitação da saúde. O programa está dividido nos módulos de atenção básica, de prevenção a doenças e de atenção especializada para doentes em variados estágios. O objetivo é melhorar a qualidade de vida, incentivar hábitos saudáveis e otimizar os cuidados aos portadores de doenças crônicas.

Na Bradesco Saúde, o programa Juntos pela saúde leva aos segurados algumas ferramentas para prevenir doenças, como questionários de avaliação de saúde, folhetos educativos, palestras e vacinas anuais contra a gripe. Segundo a operadora, os participantes do programa tiveram índices de sinistralidade reduzidos entre 15% e 30%, com redução em fatores de risco como sedentarismo e obesidade, além de melhorar a qualidade de vida e reduzir o custo da assistência. A seguradora acredita que a informação e a assistência oferecidas fazem com que os participantes do programa tornem-se mais conscientes e motivados a mudarem hábitos de vida e o comportamento em relação à sua saúde.

Estudo detecta vírus que pode ser causa de câncer de próstata

terça-feira, setembro 8th, 2009

Se causa for comprovada, crescem esperanças para a criação de uma vacina, dizem especialistas.

Um estudo americano encontrou evidências de que o câncer da próstata pode, talvez, ser causado por um vírus.

O vírus, conhecido como XMRV, causa leucemia e sarcomas em animais.

Pela primeira vez, ele foi identificado em células cancerosas de tumores malignos da próstata, dizem pesquisadores das universidades de Utah e Columbia, nos Estados Unidos.

Se for confirmado que o XMRV (xenotropic murine leukemia virus-related virus) causa câncer da próstata em humanos, o caminho estará aberto para a criação de testes para diagnóstico, vacinas e tratamentos para o câncer, segundo o estudo, publicado na revista científca Proceedings of the National Academy of Sciences.

Nos Estados Unidos, o câncer da próstata é o segundo tipo de câncer mais comum a afetar os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele. De acordo com as estatísticas, cerca de 200 mil homens deverão desenvolver o câncer da próstata neste ano no país.

Os especialistas examinaram mais de 200 casos de câncer de próstata e compararam os tecidos cancerosos com tecidos extraídos de mais de cem próstatas saudáveis.

Eles constataram que 27% dos cânceres continham o vírus XMRV, comparados a apenas 6% dos tecidos saudáveis.

Proteínas do vírus foram encontradas quase que exclusivamente em células de tumores malignos, uma indicação de que a infecção pelo XMRV pode estar diretamente associada à formação de tumores.

“Descobrimos que o XMRV estava presente em 27% dos cânceres de próstata que examinamos e que estava associado aos tumores mais agressivos”, disse Ila R. Singh, pesquisadora da University of Utah e principal autora do estudo.

“Ainda não sabemos se este vírus causa câncer nas pessoas, mas esta é uma importante questão que vamos investigar”.

O estudo levanta muitas outras questões sobre o XMRV, como, por exemplo, se ele também infecta as mulheres, se é transmitido sexualmente, quão comum seria na população e se estaria associado a cânceres de outros tecidos além da próstata.

Vários cânceres são causados por vírus. Entre eles estão os sarcomas, os linfomas e o câncer do colo do útero.

Quase metade dos medicamentos é usada irracionalmente em todo o mundo

sexta-feira, agosto 21st, 2009
Hoje há mais de 20 mil remédios disponíveis no mercado.
Fenômeno é uma das 6 principais causas de morte nos EUA.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, a agência de saúde pública das Nações Unidas), quase metade dos medicamentos consumidos no mundo está sendo utilizada de maneira irracional. Essa é a conclusão a que chegaram os especialistas da entidade após coleta e análise de dados sobre a utilização e a disponibilidade dos remédios globalmente.

Os exemplos de utilização inadequada são vários: “supertratamento” de doenças simples, mau uso dos antibióticos, automedicação, tratamentos incompletos ou tratamento incorreto de doenças sérias. Importante lembrar que esses fatos ocorrem em todos os países e não só nos menos desenvolvidos.

Atualmente existem mais de 20 mil medicamentos diferentes disponíveis e com apenas 316 a humanidade poderia tratar as doenças mais importantes, entre as quais as enfermidades crônicas.

Os dados são impressionantes: Em torno de 50% dos antibióticos utilizados no mundo são subutilizados ou utilizados sem indicação.

Nos Estados Unidos os efeitos adversos decorrentes do uso inadequado de medicamentos é uma das seis causas mais importantes de morte.

A utilização errada dos antibióticos está levando à criação de bactérias resistentes e já tornou, por exemplo, o protozoário causador da malária resistente a cloroquina (medicamento padrão de tratamento) em 80 países. A penicilina não é mais capaz de curar a gonorréia em 98% dos casos.

Nos dias de hoje a discussão sobre o surgimento de formas resistentes do vírus influenza A (H1N1) aponta para o uso irracional do antiviral como a causa dos primeiros casos de resistência já identificados.

A tuberculose é outra doença que, depois de ressurgir há pouco mais de 2 décadas com a epidemia de HIV/AIDS, vem mostrando formas resistentes que desafiam a medicina, frutos da utilização incompleta do tratamento.

O tema por si só é importante, porém quando lembramos que estão em jogo o sofrimento de pessoas e o uso de recursos financeiros escassos para a saúde, o uso irracional de remédios torna-se problema de saúde pública e deveria ser amplamente discutido pela sociedade.

 

Unimed registra investimentos de quase R$ 1 bilhão

sexta-feira, julho 31st, 2009

Resultado do Balanço Social Consolidado do período foi R$ 965,5 milhões

 

O resultado do Balanço Social Consolidado do Sistema Unimed de 2008 registrou R$ 965,5 milhões em investimentos socioambientais, 26% maior do que no período anterior. Além disso, também foram registrados R$ 8, 4 bilhões, no ano passado, em distribuição de riquezas. Somente para o público interno, foram direcionados recursos superiores a R$ 789 milhões, contra R$ 175 milhões para o público externo.

Os números, de acordo com a Unimed do Brasil, significam uma evolução da visão estratégica da Responsabilidade Socioambiental exercida pelas Unimeds, pautadas nas mudanças na maneira de se gerir as corporações e ações voltadas para suprir necessidades globais de cooperação, bem-estar social e respeito ao meio ambiente.

Em 2007, o faturamento conjunto das cooperativas da marca foi R$ 18,1 bilhões

 

Gripe suína não deve impactar nos custos dos planos

sexta-feira, julho 31st, 2009

Após as operadoras de planos de saúde se manifestarem diante dos casos de atendimento a vítimas de gripe suína, a ANS divulgou um comunicado informando que a nova pandemia é um fator sazonal, com mais de 99% dos casos evoluindo ambulatorialmente, o que não deve impactar nos custos dos planos. Assim, os casos de gripe A (H1N1) devem acirrar ainda mais as negociações entre as operadoras e a Agência reguladora. Mesmo assim, a Amil e a Unimed- Rio afirmaram que vão pleitear reajustes maiores no próximo ano por causa da epidemia, como foi feito na época da dengue.

Porém, a ANS esclareceu que os casos de dengue ocorridos em 2008 não refletiram diretamente no último reajuste de 6,76% praticado pela agência para os planos individuais, em abril. No ano passado, o reajuste da ANS foi de 5,48%.

Os planos coletivos representam 72,5% dos 41,4 milhões de pessoas com assistência médica no país e são de livre negociação entre operadoras e empresas. Para esse ano, a previsão é que os reajustes dos planos empresariais variem de 8,4% a 10,2%, conforme a sinistralidade de cada carteira

Planos de saúde podem aumentar

sexta-feira, julho 31st, 2009

O aumento no movimento dos hospitais por causa da gripe suína está impactando nos custos das operadoras de planos de saúde.Ocrescimento provocado tanto por pessoas infectadas quanto por aqueles que correm para as unidades particulares com sintomas parecidos chega a 20% no volume de consultas e exames. Empresas já fazem os cálculos e têm a intenção de repassar os gastos para os clientes.

No Copa D”Or, o maior aumento foi no atendimento a crianças: 68% em julho. O crescimento na procura também ocorreu nas unidades da Barra (25%) e São Cristóvão (50%). A Amil tem no momento 15 clientes internados. Segundo o diretor Antonio JorgeKropf,umainternaçãoemUTI chega a R$12 mil por dia.A Unimed- Rio registrou aumento de 20% no uso do plano, mas principalmente em consultas e exames, como hemograma ou chapa de tórax.

O maior uso pelos planos foi confirmado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar, que não calculou o impacto nos custos.

O presidente da Abramge, Arlindo Almeida, que representa as empresas de medicina de grupo, disse que é cedo para falar em reajuste, mas admite que, se a situação sair do controle nos próximos meses, pode haver repasse. Em nota, a Agência Nacional de Saúde Suplementar disse que o reajuste dos planos individuais se baseia, entre outros fatores, “na variação relativa à oferta e utilização de procedimentos e eventos em saúde que fujam da curva histórica”. O percentual só será calculado no ano que vem. Já nos planos coletivos, aumento depende de cada contrato.

Empresas estão aderindo cada vez mais aos planos odontológicos

sexta-feira, julho 31st, 2009

 

 

 

O plano odontológico já é o 3º benefício mais procurado pelos gestores de RH das empresas

A frase “A saúde do corpo começa pela boca” está, cada vez mais, fazendo sentido para o departamento de recursos humanos das empresas e para a própria população brasileira. A conseqüência disso foi que os planos odontológicos subiram do quinto para o terceiro lugar entre os benefícios mais procurados e oferecidos por empresas aos seus funcionários.

Uma pesquisa divulgada no final de 2008 pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), confirmou o crescimento significativo da oferta de planos odontológicos em ambientes corporativos. Segundo a pesquisa, o setor cresceu 15% ano passado e, começou este ano com mais de 11 milhões de beneficiários a mais.

As razões que explicam essa mudança são a conscientização da população brasileira quanto à importância dos tratamentos dentários e o elevado número de profissionais do ramo em atividade. Desse modo, as empresas sentiram a necessidade de implantar os planos odontológicos com mais afinco nos seus programas de benefício corporativo. O resultado foi a redução no índice de absenteísmo entre os colaboradores.

As vantagens em aderir aos planos corporativos odontológicos ainda não param por aqui. Para médias e pequenas empresas, o plano para cada colaborador tem preço em torno de R$ 10,50; já os planos individuais ficam em média de R$ 30. Outro fator significativo para os planos de pessoa jurídica é o incentivo fiscal.

Segundo o Diretor Executivo da Dentalpar, Dr. Armando Rodrigues Filho, “As organizações estão percebendo o valor de um plano odontológico não só como um benefício à aparência, mas também para a saúde e produtividade de seus colaboradores”. Para o Dr. Armando, o plano odontológico é um aditivo para os benefícios corporativos e com baixo custo de manutenção, mantendo os funcionários motivados.

A população brasileira e os cuidados com a saúde bucal

Os dados referentes à saúde bucal dos brasileiros são alarmantes e nada estimulantes. Segundo dados do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog), aproximadamente 30 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista, três em cada quatro idosos não possuem nenhum dente, apenas 3,8% das crianças com 5 anos estão livres das cáries e mais de 2 milhões de adolescentes nunca sentaram em uma cadeira de dentista. De acordo com o mesmo, o estado que concentra maior número de beneficiários é São Paulo, retendo cerca de 47,08%; não coincidentemente, a área mais industrializada do país.

“Os planos odontológicos corporativos também abrem oportunidades aqueles que não têm condições de custear esse tipo de tratamento odontológico ou se sentem desmotivados pelas visitas de prevenção que deveriam ser constantes. A preocupação da saúde bucal, assim como, a sua manutenção e prevenção podem ser mais eficazes com esse tipo de assistência privada. Além disso, é uma forma de tirar o Brasil do ranking de países que não freqüentam os consultórios odontológicos”, afirma Dr. Armando Rodrigues Filho, Diretor Executivo da Dentalpar

de clientes com TNG, Center Castilho, Eucatex, entre outros. Sua maior preocupação é aliar ética à tecnologia e à capacidade profissional.

 

 

OdontoPrev fecha acordo com Magazine Luiza

quarta-feira, julho 15th, 2009

Uma das maiores redes de varejo do país, o Magazine Luiza quer expandir cada vez mais sua cartela de serviços. Nesta segunda-feira (6), a Odontprev – a maior da América Latina –, informou a assinatura de contrato com a rede varejista com o objetivo de distribuir benefícios odontológicos por meio da LuizaSeg, uma joint-venture com a seguradora Cardif, pertencente ao Banco BNP-Paribas, responsável pelos seguros e assistências comercializados nas lojas.

A união dos gigantes criará a Luiza Odonto, que passa a integrar a ampla carteira de produtos e serviços oferecidos pelo Magazine Luiza, que conta com 14 milhões de clientes. “Este novo contrato amplia a oferta de planos odontológicos no segmento varejo, e com um parceiro de forte expertise e capilaridade nacional, como é a LuizaSeg”, disse em comunicado Renato Cardoso, diretor de desenvolvimento de mercado da OdontoPrev.

Às 15h06, as ações ordinárias da OdontoPrev (ODPV3, com direito a voto) subiam 3,38%, negociadas a 29,05 reais. No mesmo instante, o Ibovespa caía 1,04%, aos 50.095 pontos.