Archive for the ‘Planos de Saúde’ Category

Justiça manda ANS alterar decisões sobre planos contratados antes de janeiro 2004

quarta-feira, setembro 1st, 2010

Com base no Estatuto do Idoso, um juiz de MG solicitou a Agência Nacional de Saúde que se altere imediatamente, em todo o Brasil, as resoluções de reajustes de preços baseados na faixa etária do consumidor. O Estatuto proíbe a discriminação por meio de cobrança de valores diferenciados em razão da idade.

Já a ANS vai recorrer da decisão e avisa que fica valendo o entendimento da Agência de que somente os contratos firmados a partir de 2004, ou seja, após a entrada em vigor do Estatuto do Idoso, não sofrem reajustes depois que o usuário completa 60 anos.

Portanto, até o término do processo, os contrato antigos permanecerão sofrendo os reajustes previsto em contrato.

ANS quer novo modelo para planos de idosos

segunda-feira, julho 19th, 2010

Estima-se que o número de idosos no país triplicará nos próximos 40 anos. Este fato fez com que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) defendesse a adoção de um novo cálculo de preço para os planos de saúde de idosos. Este novo modelo será discutido amplamente e prevê a criação de um fundo de saúde, que será formado por um percentual da mensalidade paga às operadoras, como se fosse um sistema de capitalização.

Novos modelos de gestão precisarão ser desenvolvidos pensando neste público, disse o presidente da ANS Maurício Ceschin.

Enteado em Plano de Saúde

segunda-feira, julho 19th, 2010

Um Projeto de Lei do deputado federal Fábio Faria pretende por fim a situações constrangedoras, que ocorrem quando, meio-irmãos e filhos de pais diferentes, más que coabitam em uma mesma unidade familiar, tem acesso diferenciado a serviços de saúde.

Esta Lei vai permitir a inclusão de enteados como beneficiários no plano de saúde familiar. A inscrição será restrita a menores de 18 anos e desde que comprovada sua dependência financeira.

Se aprovada, esta Lei atenderá uma velha reivindicação de pais e dará oportunidade a todos.

REAJUSTE ANUAL DOS PLANOS DE SAÚDE CONTRATDOS A PARTIR DE JANEIRO DE 1999

quarta-feira, junho 2nd, 2010

 

O índice de reajuste dos Planos de Saúde que deveria ser divulgado no mês de maio para os planos contratados a partir de janeiro de 1999 sofreu um atraso. O que significa que os próximos boletos virão com valores maiores, já que estarão inclusos aí o valor do reajuste retroativo.

Este reajuste prejudicará principalmente quem tem seu contrato com aniversário nos meses de maio e junho, já que este índice deverá ser divulgado apenas em julho, mês que coincide inclusive, com os novos procedimentos obrigatórios a serem aplicados a estes contratos. De qualquer forma, o índice a ser anunciado vem seguindo, sistematicamente a metodologia adotada desde 2001, que se baseia no reajuste dos planos coletivos.

Portanto, para quem possui contrato com aniversário nos meses de maio e junho sugiro que guarde uma reserva para cobrir a diferença do reajuste. Nos meses seguintes os valores se normalizarão.

Os novos índices serão divulgados aqui na

www.segurarsaude.com.br/blogEstejam atentos.

Abraços,

 

Tânia Gomes

Corretora de Seguros e Planos de Saúde

www.segurarsaude.com.br

(11) 3661 3296

FAÇA UM CHECK-UP DO SEU PLANO DE SAÚDE

segunda-feira, maio 3rd, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 5 de maio

A leitura cuidadosa do contrato pode ajudar na escolha da melhor cobertura e evitar transtornos futuros.

O Brasil tem cerca de 42 milhões de beneficiários de plano ou seguros privados de assistência médico-hospitalar. É comum que, por desinformação, essas pessoas sejam surpreendidas com situação como a falta de cobertura de determinados procedimentos. Essas surpresa poderia ser evitada se tomassem uma precaução: ler o contrato de seu plano antes de adquiri-lo ou utilizá-lo. As informações ali contida sobre coberturas, carência e exclusões são tão mais relevantes que conhecer a rede de hospitais e outros prestadores credenciados, detalhes aos quais se costuma das mais atenção.

O alerta vale para todos os planos, mas os que foram contratados antes de 2 de janeiro de 1999 merecem mais atenção, pois só a partir dessa data é que entrou em vigor a regulamentação do mercado de saúde suplementar. Nesses planos mais antigos, que contemplam 22% do total de beneficiários do País, vale somente o que está escrito no contrato.

Os planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 seguem na lista mínima de exames e procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os procedimentos cobertos são os mesmos em qualquer tipo de plano, seja o básico ou o superior. As diferenças estão na rede de hospitais, laboratórios e outros prestadores credenciados. Portanto, é um equivoco trocar de operadora ou categoria de plano para obter mais coberturas. A lista tem sido acompanhar a evolução da tecnologia médica. As próximas mudanças entrarão em 7 de junho de 2010, englobando dezenas de novos procedimentos e tecnologias, como o transplante alogênico de medula óssea (entre doador e receptor diferentes), o pet-scan ontológico e algumas cirurgias torácicas por vídeo.

Os planos do tipo livre escolha, que reembolsam as despesas do beneficiário, também devem ser analisados com atenção. Os níveis de reembolso variam de acordo com a operadora e a categoria do plano. Poucas pessoas, porem, verificam as tabelas. Só tomam conhecimento delas quando recebem reembolso menores do que o valor do procedimento. Um caminho para evitar surpresas é solicitar à operadora de seu plano uma prévia cobertura e reembolso antes de se submeter a algum exame ou procedimento. Para quem pretende controlar um plano individual, é recomendável avaliar o contrato cuidadosamente antes de assiná-lo e procurar um plano que atenda às necessidades atuais e futuras do beneficiário e seu dependentes, levando em conta principalmente as faixas etárias. A troca de plano deve ser igualmente cuidadosa, especialmente nos casos de doenças preexistentes, que podem perder suas coberturas.

Já os beneficiários de plano empresariais e de adesão coletiva, que representam cerca de 80% do total, têm menos opção de escolha de operadoras, categorias e condições contratuais, uma vez que a negociação é feita diretamente pela empresa contratante. Ainda assim vale a mesma recomendação: faça um check-up do contrato para tirar todas as dúvidas. Afinal, tão importante quando ter um plano de saúde é saber que direitos ele proporciona a quais são seus limites. E vale lembrar que não tem um plano de saúde pode resultar em gastos relevantes em caso de doenças graves ou emergências

Allianz Saúde atende a empresas de todos os portes

segunda-feira, março 29th, 2010

Fonte: CQCS | Jorge Clapp

Com foco em Gestão Médica e Nível de Serviço, a Allianz aposta no potencial do ramo saúde. A companhia desenvolveu um dos produtos mais completos do mercado, que reúne diferenciais como reembolsos em até cinco dias úteis e aviso de liberação via SMS. Ele também conta com atendimento telefônico 100% humano em central própria e garante a liberação de procedimentos sem intermediação do segurado, diretamente entre o prestador e a seguradora.

O produto possui modalidades diferentes para atender os diversos segmentos de empresas. O “Empresarial” é ideal para empresas com mais de cem vidas. Já para as pequenas e médias empresas, com até 99 vidas, a modalidade mais indicada é a “PME”. Outra alternativa de contratação é o “Administrado”, modalidade pela qual o cliente paga conforme a utilização dos serviços médico-hospitalares.

As empresas escolhem, ainda, entre seis categorias de planos diferentes (Basic, Maxi, Spécial, Supérieur, Qualité e Excellence). Os planos se diferenciam pela da rede referenciada, padrão de acomodação em casos de internação e diferentes limites de reembolso para livre escolha.

 

 

PLANO DE SAÚDE TÊM NOVA COBERTURA OBRIGATÓRIA

segunda-feira, março 29th, 2010

Fonte ANS
Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas a partir de 7 de junho de 2010. É o que garante a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de hoje, 12 de janeiro de 2010, do Diário Oficial da União.

Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo, além de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação de coroa unitária e bloco são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica e odontológica terão direito.

A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, novas regras ampliam o atendimento ao consumidor
A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas. Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.

A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à internação hospitalar, independentemente de previsão contratual. Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários. Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato.

A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN. Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança para os pacientes e ao aprimoramento da prática médica. Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.

 


Planos de saúde têm nova cobertura obrigatória

terça-feira, março 23rd, 2010

Fonte: Site Acoplam

Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas, a partir de 7 de junho de 2010.

É o que garante a Resolução Normativa (RN) nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de terça (12), do Diário Oficial da União.

Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica e mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica terão direito.

No segmento odontológico, inclusões como colocação de coroa unitária e bloco são os benefícios dos usuários dos planos de saúde.

A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, as novas regras ampliam o atendimento ao consumidor. A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas.

Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.

A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à hospitalar, independentemente de previsão contratual.Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários.

Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato. A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN.

Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança dos pacientes e aprimoramento da prática médica.

Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.

ANS prevê impacto de até 1,1% nos custos dos planos

quarta-feira, março 10th, 2010

Fonte: Valor Econômico | Empresas | SP

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estima que o impacto nos custos dos planos de saúde com o novo rol de procedimentos, a que o consumidor tem direito, não ultrapassará 1,1%, índice concedido no último reajuste. “O impacto deve ser de 1,1% ou até menor.

Neste novo rol há procedimentos mais caros, mas a incidência deles não é tão frequente”, disse Fausto Pereira dos Santos, presidente da ANS, dando como exemplo o “pet scan”, exame capaz de detectar focos de câncer. “Em 2008, incluímos muito mais procedimentos e de uso frequente”, disse, acrescentando que “há muita choradeira dos planos de saúde.”

Ontem, Santos participou do anúncio de um programa que prevê a adoção de uma mesma diretriz de procedimentos para cerca de 60 patologias médicas em hospitais, clínicas e laboratórios particulares. “Seguir um padrão pode reduzir custos. Em casos de infarto do miocárdio, a redução é de 20%”, disse Henrique Salvador, presidente da Associação Nacional dos Hospitais Privados. No projeto estão os hospitais Albert Einstein, Moinhos de Vento, Pró-Cardíaco e HCN, além do Fleury, das clínicas Pronep e Semeando Saúde e do Sindhrio. (BK)

EXAMES DE IMAGEM: A BUSCA DAS DOSES MÍNIMAS DE RADIAÇÃO

segunda-feira, março 1st, 2010

Fonte: Einstein - Revista Veja 20 de Fevereiro

Os benefícios dos métodos de diagnóstico por imagem são inegáveis, mas os efeitos cumulativos da radiação ainda são desconhecidos.

Há não muito tempo, trauma na cabeça eram sinônimo de observação por 24 horas. O paciente não podia dormir para que se pudesse monitorar a formação de um eventual edema de crânio. Atualmente, a realização de uma tomografia computadorizada pode, em poucos minutos fazer esse diagnóstico.

O exemplo acima mostra o enorme beneficio trazido por esse tipo de exame, que teve uma verdadeira explosão de utilização nos últimos 20 anos. Extremamente eficaz para a avaliação da maioria das estruturas do corpo humano e de custo considerado baixo pelo benefício oferecido, a tomografia computadorizada está hoje entre os exames mais indicados por médicos para se chegar a um diagnóstico preciso.

Com a massificação do seu uso, cresce também a polêmica sobre os riscos que a radiação ionizante para a captação das imagens possa ocasionar a longo prazo em indivíduos que se submetem ao exame com freqüência. Isso porque a quantidade de radiação em um exame doe tomografia computadorizada é superior, por exemplo, á de uma radiografia ou uma mamografia.

Uma radiografia de tórax corresponde a 0,02 mSv*. A dose radiação solar a que todos estamos expostos em um ano é de 2 a 5 mSv, equivalente a pelo menos 100 radiografia de tórax. Já uma tomografia computadorizada envolve, em média, de 2 a 20 mSv, dependendo do tipo de exame.

Os efeitos da radiação em altas doses são amplamente conhecidos: queimaduras, queda de cabelo,hiperfunção da medula. E quando ás conseqüências do uso cumulativo e prolongado de baixa doses? Até hoje os estudos realizados sobre esses tema não são definitivos. Mas quase todos convergem para uma conclusão: a de que a radiação de exames de imagem pode contribuir minimamente para aumentar o risco natural de câncer.

Isso não significa que o risco deva ser desprezado. Além da falta de estudo conclusivos, por ora sabe-se que os efeitos da radiação dependem da sensibilidade de cada pessoa, dos tecidos atingidos e de idade em fetos, é bem conhecida a probabilidade de riscos de malformação.

A tecnologia é uma aliada quando se busca a mínima radiação possível. Hoje, tomógrafos de ultima geração utilizam a chamada técnica de modulação de dose. São equipamentos que avaliam variáveis como peso e altura do paciente, utilizando a dose de radiação mínima necessária, sem comprometer a qualidade do exame. Sem duvida, esse é um caminho para minimizar riscos. Há, também, uma tendência que vem se tornando consenso no meio médico: a de que deve haver mais rigor na indicação de exames de tomografia computadorizada, buscando-se, quando possível, alternativas como a ultrassonografia e a ressonância magnética, que não utilizam radiação ionizante.

Já que os riscos existem, o melhor a fazer se houver necessidade de se submeter a esses exames é, sempre que possível, procurar equipamentos que consigam controlar a dose da radiação. Racionalidade e tecnologia avançada combinadas colocam a serviços dos pacientes aquilo que os recursos diagnósticos podem oferecer de melhor, com a maior segurança.