Archive for dezembro, 2008

Planos de Saúde aqui na Segurar Saúde

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

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Planos de Saude mudam em abril

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

As regras para que consumidores com planos de saúde individuais ou familiares, contratados a partir de janeiro de 1999, possam trocar de operadora sem cumprir nova carência estão previstas para vigorar a partir de 2 de abril de 2009. A informação é de Fausto Pereira dos Santos, diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).  

A medida, que será apresentada oficialmente em encontro da ANS na próxima terça-feira, pode beneficiar cerca de 6,3 milhões de clientes em todo o Brasil, 2,5 milhões no Estado de São Paulo. Segundo Pereira, terão direito a mudar de operadora sem a obrigação de cumprir novamente os prazos de carência os usuários vinculados a determinada empresa há pelo menos dois anos na data do início da vigência da norma, com todos os prazos de carência cumpridos.  

No caso de consumidores com doenças ou lesões preexistentes, o prazo sobe para três anos. Doenças ou lesões preexistentes são aquelas das quais o consumidor ou seu responsável saiba da existência na época da contratação do plano.  

Pereira observa, ainda, que a mudança só poderá ser feita entre planos similares - hospitalar por hospitalar ou ambulatorial por ambulatorial, por exemplo. A única exceção será a possibilidade da troca de uma modalidade de cobertura superior por uma inferior, como mudar de um plano hospitalar para um ambulatorial.  

Pereira explica que a ANS vai criar um sistema em seu site que permita aos consumidores realizar comparações ou mesmo saber, a partir do plano atual, quais os similares existentes. Ele observa que a troca só poderá ser realizada entre planos com as mesmas características de cobertura. “Não será permitida a mudança de um plano de cobertura regional para outro com cobertura nacional”, exemplifica.  

Para Arlindo Almeida, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que representa as operadoras, as novas regras são razoáveis porque levaram em conta as aspirações dos consumidores sem prejudicar o setor. 

Para Solange Mendes, diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaude), o grande desafio será definir critérios para agrupar os planos.  

COMO FICA 

As novas regras devem entrar em vigor a partir de 2 de abril de 2009 

Poderão trocar de operadora sem ter de cumprir novas carências os usuários de planos de saúde individuais ou familiares contratados a partir de janeiro de 1999 com dois anos completos na data em que as regras começam a valer; para quem apresentou doenças ou lesões preexistentes, o prazo é de três anos 

A mudança apenas será permitida em caso de planos com modalidades de cobertura e abrangência geográfica similares, como ambulatorial por ambulatorial, por exemplo.

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Plano de Saúde coletivo: ANS não elimina problema do consumidor

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

São chamados de contratos coletivos aqueles em que é uma pessoa jurídica (empresa empregadora, sindicato, associação) quem faz a intermediação entre o consumidor e a operadora de plano de saúde. Esses contratos já somam, segundo a ANS, mais de 70% do total de planos de saúde.

O Idec há anos tem alertado a ANS sobre o grave problema da “falsa coletivização” no setor de planos de saúde e suas consequências para o consumidor e para o equilíbrio do mercado. Consideramos positivas algumas medidas propostas pela ANS, em especial a que se refere às restrições aos grupos que podem atuar como intermediários na contratação de planos coletivos por adesão. Agora, apenas grupos que mantenham ligações profissionais com o usuário final podem intermediar a contratação. As medidas propostas, todavia, não serão suficientes para impedir totalmente a comercialização de contratos de planos de saúde em condições precárias, em especial para pequenos grupos sem qualquer poder de negociação. è fundamental que a ANS agregue à regulamentação a previsão de um número mínimo de consumidores que deve compor o grupo apto a contratar um plano de saúde coletivo. Embora eles sejam bastante procurados por consumidores por terem preços iniciais mais baixos que os contratos individuais, representam riscos porque a agência não regula nem reajustes nem cancelamentos de contratos pelas operadoras. Ou seja, de uma hora para outra o consumidor pode receber um grande aumento ou ter seu contrato cancelado. Para os grupos pequenos este risco é ainda maior, dado seu baixo poder de negociação. 

Outras medidas  que visam coibir a falsa coletivização podem ter efeito contrário ao acarretar instabilidade no setor de planos de saúde. è o caso das regras propostas pela ANS que fortalecem o papel da pessoa jurídica intermediária, responsabilizando-a pelo pagamento das mensalidades e pela condução da relação com o usuário de plano de saúde.

“Da forma como a ANS estruturou sua proposta, parece que a operadora de plano de saúde não tem nenhuma responsabilidade com o consumidor”, declara Daniela Trettel, adovogada do Idec.

A agência está fortalecendo uma relação jurídica entre consumidor e pessoa jurídica intermediária - que não tem a devida regulamentação e que tem tudo para ser precária e ressuscitar conflitos aos quais a Lei de Planos de Saúde (Lei 9.656/98) já pôs fim. Há o risco, inclusive, de que setores mal intencionados questionem a aplicação da Lei de planos de Saúde e do Código de Defesa do Consumidor aos contratos coletivos.

São exemplos os casos de inadimplência do consumidor. Práticas já abolidas como carência por falta de pagamentos ou desligamento automático do plano em caso de inadimplência - não trancorridos o prazo legal de 60 dias - podem vir a ser retomadas sob a alegação de não aplicação à relação consumidor/pessoa jurídica intermediária das leis que proibiram (Lei de Planos de Saúde e CDC).

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Plano de saúde Samcil ganha prêmio Abramge de Medicina

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

A Samcil Planos de Saúde recebeu nesta segunda-feira, 08 de dezembro, o Prêmio Abramge de Medicina pelo trabalho intitulado “Estudos Comparativos entre Tratamento Clínico e Cirúrgico de Obesidade Mórbida”, desenvolvido pela Dra. Emília Sampaio Lopes, responsável pela Medicina Preditiva da Samcil Planos de Saúde, e equipe. A Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) organiza o Prêmio Abramge de Medicina com o objetivo de promover a pesquisa na área médica e estimular a divulgação dos principais assuntos sobre saúde no meio acadêmico. A edição 2008 aborda o tema Controle de Obesidade - Tratamento Clínico versus Tratamento Cirúrgico. O assunto foi escolhido devido aos índices alarmantes desse problema em nosso País, onde cerca de 43% dos adultos brasileiros são obesos. E mais: a obesidade é um fator de risco para várias doenças, como a hipertensão, diabetes, apnéia, além de doenças cardíacas e vasculares. A Samcil, em seu Centro de Medicina Preventiva, atende beneficiários em situação de obesidade mórbida, realizando acompanhamento multidisciplinar. “Este é um trabalho de equipe e mostra a sinergia de todas as áreas da empresa, não apenas dos profissionais de saúde, mas de outros setores como a informática, no cuidado e monitoramento destes pacientes”, afirma a Dra. Emilia.

O concurso teve uma comissão julgadora de alto nível constituída pelos médicos Prof. Dr. Joamel Bruno de Mello (Conselheiro do Universo da Qualidade e Professor da Faculdade de Medicina da USP e da Faculdade de Medicina de Santo Amaro); Prof. Dr. Fábio Nahas (Professor orientador de teses de mestrado e doutorado da Escola Paulista de Medicina - Unifesp e professor afiliado da Escola Paulista de Medicina- Unifesp); Prof. Dr. Marco Aurélio Santo (Professor Doutor da Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); e o Prof. Dr. Paulo Engler (Professor do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de São Paulo e Médico do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual). Após a análise dos trabalhos inscritos a comissão decidiu, por unanimidade, pelo trabalho desenvolvido pela Samcil.

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AMIL NEGA NEGOCIAÇÃO COM MEDIAL SAÚDE

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

  A co-fundadora e vice-presidente do conselho de administração da Amil, Dulce Pugliese, descartou que a maior empresa de planos de saúde do País, está interessada em se fundir com a Medial. Em entrevista disponibilizada hoje no podcast da Rio Bravo, a executiva admite que crescer via aquisições e fusões faz parte do plano da Amil em 2009, mas esclareceu que uma negociação com a concorrente “nunca existiu”, apesar de demonstrar interesse no negócio. 

“Nunca tivemos nenhuma negociação ou conversa com a Medial a respeito de fusão. Isso não quer dizer que a Amil não ache que a Medial não seja uma empresa com a qual valesse a pena fazer uma fusão ou aquisição porque a gente sabe que é uma empresa que tem um valor como sinergia, expertise, estruturas que poderiam somar muito ao que nós fazemos hoje, mas nunca houve nada de concreto a esse respeito”, reitera Dulce. O depoimento pode ser ouvido no www.riobravo.com.br/podcast. 

De acordo com a Dulce Pugliese, a Amil está de olho em outras aquisições, focando a consolidação da indústria. “Com a crise que se avizinha, ficamos mais conservadores nos nossos propósitos, que são encontrar potenciais aquisições que tenham uma compatibilidade com a nossa estratégia”, diz. Na entrevista ao site da gestora de investimentos, ela indica que a crise favorece a estratégia do crescimento não-orgânico e que a empresa de planos de saúde está em negociações. “Acreditamos que os preços fiquem mais baixos, então estamos negociando. Sabemos que esse mercado vai se consolidar, mas a forma como isso vai acontecer não sabemos.” 

A Amil tem 3 milhões de clientes. No terceiro trimestre deste ano, o lucro líquido da companhia ficou em R$ 42,9 milhões, queda de 8,92% em relação aos R$ 47,1 milhões registrados no mesmo período do ano passado. 

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Brasileiros contratam 5 mil planos odontológicos por dia

terça-feira, dezembro 23rd, 2008

Benefício se consolida como o terceiro mais solicitado pelos trabalhores, atrás somente do plano de saúde e do vale-refeição 

A odontologia é um dos benefícios que mais crescem no País. Somente nos últimos nove meses deste ano, 1,3 milhão de brasileiros aderiram ao benefício. Segundo um relatório elaborado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o setor cresceu mais de 15% neste período e deve começar 2009 com 11 milhões de beneficiários. 

Para se ter uma idéia desse crescimento, significa dizer que 5 mil brasileiros contratam planos odontológicos todos os dias, em média. Isso representa a geração de 150 mil novas apólices por mês com empresas de odontologia de grupo, cooperativas odontológicas e médicas, operadoras de medicina de grupo, seguradoras de saúde, autogestões e filantropias.  

Entre os  motivos que explicam a elevação da demanda pelos planos dentários estão a crescente conscientização da população quanto a importância dos tratamentos bucais e o alto volume de cirurgiões-dentistas no mercado. “Existe também a expectativa de boa parte dos profissionais que, ao ingressar hoje nas organizações, terão acesso a esse tipo de benefício”, garante Nagib Raduan, diretor do Grupo N.Raduan, uma das principais consultorias especializadas em administração de saúde e de gestão de benefícios assistenciais do País.  

Aliado a cada um deles, está o fato de que o serviço costuma ter baixo custo de manutenção. “A receita média mensal por beneficiário na modalidade de Odontologia de Grupo, no ano de 2007, foi de R$ 10,83. Esse valor é extremamente vantajoso para as empresas, principalmente pelo combate ao absentísmo”, finaliza.  

Com as descobertas de que muitas doenças em outros órgãos estão relacionadas à saúde bucal, a odontologia subiu do quinto para o terceiro lugar entre os benefícios mais ofertados pelas empresas. Apesar de todo esse interesse, apenas 5,5% da população brasileira está coberta por planos odontológicos. A região Sudeste – não por coincidência, a mais industrializada do País - detém cerca de 64% do número de beneficiários, seguida pela região Nordeste (17%); Sul (9,6%); Centro-Oeste (5,6%); e, Norte (3,8%). 

Estima-se ainda que o setor odontológico gere aproximadamente 3,3 mil empregos diretos e 77,5 mil indiretos. Isso sem contar os mais de 281 mil profissionais da área, comprovadamente, o maior mercado gerador de trabalho para os cirurgiões-dentistas. Mais de 65% deles estão vinculados às operadoras de planos odontológicos. 

Apesar de serem números significativos, muito trabalho precisa ser feito. De acordo com dados do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG), quase 30 milhões de brasileiros jamais foram ao dentista, apenas 3,8% das crianças com 5 anos estão livres de cáries, três em cada quatro idosos não possuem nenhum dente e mais de 2 milhões de adolescentes nunca visitaram um consultório dentário.

 

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Expectativa de vida aumenta no Brasil

segunda-feira, dezembro 15th, 2008

A expectativa de vida aumentou mais nos últimos 40 anos do que nos quatro mil anos precedentes. Em 2020, segundo cálculos do economista Eduardo Giannetti da Fonseca, vão existir mais pessoas com 60 anos ou mais no mundo do que era a população total do planeta em 1830. Hoje no Brasil, a expectativa de vida é de quase 72 anos e, em 2020, pelo menos 20% da força de trabalho terá mais de 55. “O tipo de planejamento que uma vida desse tamanho requer é totalmente diferente de uma expectativa de vida de 40, 50 anos,” afirma. Na conta, não pode deixar de constar o custo da saúde.

Pela lei, os planos de saúde no Brasil trabalham com dez faixas etárias - a primeira entre zero e 18 anos e a última, dos 59 anos em diante. Para cada uma delas , há padrões para determinação de custos. A diferença de preço mensal entre um plano padrão para um jóvem de 18 anos, morador de São Paulo, e um senhor de 65 anos é de, em média 500%. Os preços sobem 40% da faixa de 18 para 30 anos; 79%, de 30 a 45 anos; 50%, de 45 para 55; e finalmente, mais 60% dos 55 para os 65 anos.

Enfim, os custos crescem na razão direta da idade, já que aumenta o risco de problemas de saúde, e na razão inversa da renda. Mas, a longevidade está tornando essa curva ainda mais problemática.

De fato, segundo estudo realizado no início doa anos 2000 sobre serviços de saúde, gastos e envelhecimento da população no Brasil, as pessoas com 45 anos ou mais foram responsáveis por 39% das internações e por quase 41% dos dias de permanência na Rede SUS. Conforme o mesmo estudo, o número de pessoas que consultarm médicos, naquele mesmo período, representava 48,9% da população entre 5 e 44 anos e 74,3% das pessoas com 75 anos ou  mais. Os brasileiros com 75 anos ou mais faziam, em média, 5,3 consultas médicas por anos, contra 3,3 para a faixa etária entre 5 e 44 anos.

É necessário que se faça um bom planejamento e um uma boa pesquisa na hora de escolher um plano de saúde.

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Crise e câmbio dificultam relação com planos

segunda-feira, dezembro 15th, 2008

A alta do dólar deve acirrar ainda mais os conflitos no setor de planos de saúde, principalmente entre hospitais e operadoras de planos médicos a partir do próximo ano. Isso porque a maior parte dos insumos e materiais médicos usados em exames diagnósticos e cirurgias complexas é importado.

As entidade,  que representam os hospitais privados e as operadoras de medicina de grupo já vislumbram um 2009 complicado no que diz respeito às negociações para repasse dos custos dos produtos médicos importados.

Até então, os aumentos eram repassados num efeito cascata sem muitos problemas. O hospital adquiria o insumo importado e cobrava da operadora que, por sua vez, repassava o custo principalmente para os clientes corporativos, cujos contratos não são regulados pela Agência Nacional de Saúde.

Porém, com a atual crise econômica tanto as operadoras de planos de saúde quanto os hospitais já admitem que vai ser difícil as empresas aceitarem aumentos de preços nos planos médicos. Vai ser uma negociação complicada porque o plano de saúde já é a segunda maior despesa de uma empresa, só perde para a folha de pagamento, lembra Arlindo de Almeida, presidente da Abramge, entidade que reune as operadoras de medicina de grupo.