Archive for julho, 2009

Unimed registra investimentos de quase R$ 1 bilhão

sexta-feira, julho 31st, 2009

Resultado do Balanço Social Consolidado do período foi R$ 965,5 milhões

 

O resultado do Balanço Social Consolidado do Sistema Unimed de 2008 registrou R$ 965,5 milhões em investimentos socioambientais, 26% maior do que no período anterior. Além disso, também foram registrados R$ 8, 4 bilhões, no ano passado, em distribuição de riquezas. Somente para o público interno, foram direcionados recursos superiores a R$ 789 milhões, contra R$ 175 milhões para o público externo.

Os números, de acordo com a Unimed do Brasil, significam uma evolução da visão estratégica da Responsabilidade Socioambiental exercida pelas Unimeds, pautadas nas mudanças na maneira de se gerir as corporações e ações voltadas para suprir necessidades globais de cooperação, bem-estar social e respeito ao meio ambiente.

Em 2007, o faturamento conjunto das cooperativas da marca foi R$ 18,1 bilhões

 

Gripe suína não deve impactar nos custos dos planos

sexta-feira, julho 31st, 2009

Após as operadoras de planos de saúde se manifestarem diante dos casos de atendimento a vítimas de gripe suína, a ANS divulgou um comunicado informando que a nova pandemia é um fator sazonal, com mais de 99% dos casos evoluindo ambulatorialmente, o que não deve impactar nos custos dos planos. Assim, os casos de gripe A (H1N1) devem acirrar ainda mais as negociações entre as operadoras e a Agência reguladora. Mesmo assim, a Amil e a Unimed- Rio afirmaram que vão pleitear reajustes maiores no próximo ano por causa da epidemia, como foi feito na época da dengue.

Porém, a ANS esclareceu que os casos de dengue ocorridos em 2008 não refletiram diretamente no último reajuste de 6,76% praticado pela agência para os planos individuais, em abril. No ano passado, o reajuste da ANS foi de 5,48%.

Os planos coletivos representam 72,5% dos 41,4 milhões de pessoas com assistência médica no país e são de livre negociação entre operadoras e empresas. Para esse ano, a previsão é que os reajustes dos planos empresariais variem de 8,4% a 10,2%, conforme a sinistralidade de cada carteira

Intermédica terá unidades para gripe

sexta-feira, julho 31st, 2009

O aumento no movimento dos hospitais por causa da gripe suína está impactando nos custos das operadoras de planos de saúde.Ocrescimento provocado tanto por pessoas infectadas quanto por aqueles que correm para as unidades particulares com sintomas parecidos chega a 20% no volume de consultas e exames. Empresas já fazem os cálculos e têm a intenção de repassar os gastos para os clientes.

No Copa D”Or, o maior aumento foi no atendimento a crianças: 68% em julho. O crescimento na procura também ocorreu nas unidades da Barra (25%) e São Cristóvão (50%). A Amil tem no momento 15 clientes internados. Segundo o diretor Antonio JorgeKropf,umainternaçãoemUTI chega a R$12 mil por dia.A Unimed- Rio registrou aumento de 20% no uso do plano, mas principalmente em consultas e exames, como hemograma ou chapa de tórax.

O maior uso pelos planos foi confirmado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar, que não calculou o impacto nos custos.

O presidente da Abramge, Arlindo Almeida, que representa as empresas de medicina de grupo, disse que é cedo para falar em reajuste, mas admite que, se a situação sair do controle nos próximos meses, pode haver repasse. Em nota, a Agência Nacional de Saúde Suplementar disse que o reajuste dos planos individuais se baseia, entre outros fatores, “na variação relativa à oferta e utilização de procedimentos e eventos em saúde que fujam da curva histórica”. O percentual só será calculado no ano que vem. Já nos planos coletivos, aumento depende de cada contrato.

 

Intermédica terá unidades para gripe

A operadora de planos de saúde Intermédica, que atua com rede própria de hospitais e centros médicos, começa esta semana a abrir unidades voltadas exclusivamente para atendimento da gripe A (H1N1), também conhecida como gripe suína. A empresa planeja ter três centros médicos com esse perfil, sendo que o primeiro será aberto na capital paulista e os outros dois em Jundiaí e Sorocaba, no interior de São Paulo. Serão usadas instalações da operadora que estavam desativadas.

“Nosso objetivo é “desaglomerar”as pessoas com suspeita de gripe suína com áreas exclusivas” diz Paulo Barbanti, presidente da Intermédica. A operadora tem uma rede própria com 90 centros cirúrgicos, 7 hospitais, 4 maternidades e 8 pronto-socorros. A Intermédica planeja ainda uma ação de esclarecimento da epidemia para seus 1,7 milhão de associados, que deve começar nos próximos dias.

A cooperativa médica Unimed Paulistana também preparou ações específicas. A operadora inicia nesta semana um treinamento em massa para os cerca de 400 médicos e paramédicos que integram a sua equipe.

Com 1,2 milhão de usuários na Grande São Paulo, a operadora teve aumento de 10% no número de atendimentos nas primeiras três semanas de julho, em relação ao mesmo período de 2008. Antes da gripe, a média para julho, mês em que já é observada uma demanda maior por causa do frio, chegava a 10 mil no hospital e, nos pronto-atendimentos, até 16 mil. Até agora, não houve internações por gripe suína no sistema da Unimed Paulistana.

“Precisamos ter maior cuidado com a nossa equipe médica, para que ela esteja o menos suscetível possível à contaminação”, diz Antônio Costa, superintendente de recursos próprios da Unimed Paulistana. “Caso haja necessidade de afastamento desses profissionais, aí sim vamos ter mais problemas”, afirma. O treinamento será dado pelos infectologistas da Unimed Paulistana. Até então, a equipe só seguia o protocolo clínico do Ministério da Saúde para identificar os pacientes com a doença

 

Planos de saúde podem aumentar

sexta-feira, julho 31st, 2009

O aumento no movimento dos hospitais por causa da gripe suína está impactando nos custos das operadoras de planos de saúde.Ocrescimento provocado tanto por pessoas infectadas quanto por aqueles que correm para as unidades particulares com sintomas parecidos chega a 20% no volume de consultas e exames. Empresas já fazem os cálculos e têm a intenção de repassar os gastos para os clientes.

No Copa D”Or, o maior aumento foi no atendimento a crianças: 68% em julho. O crescimento na procura também ocorreu nas unidades da Barra (25%) e São Cristóvão (50%). A Amil tem no momento 15 clientes internados. Segundo o diretor Antonio JorgeKropf,umainternaçãoemUTI chega a R$12 mil por dia.A Unimed- Rio registrou aumento de 20% no uso do plano, mas principalmente em consultas e exames, como hemograma ou chapa de tórax.

O maior uso pelos planos foi confirmado pela Federação Nacional de Saúde Suplementar, que não calculou o impacto nos custos.

O presidente da Abramge, Arlindo Almeida, que representa as empresas de medicina de grupo, disse que é cedo para falar em reajuste, mas admite que, se a situação sair do controle nos próximos meses, pode haver repasse. Em nota, a Agência Nacional de Saúde Suplementar disse que o reajuste dos planos individuais se baseia, entre outros fatores, “na variação relativa à oferta e utilização de procedimentos e eventos em saúde que fujam da curva histórica”. O percentual só será calculado no ano que vem. Já nos planos coletivos, aumento depende de cada contrato.

Empresas estão aderindo cada vez mais aos planos odontológicos

sexta-feira, julho 31st, 2009

 

 

 

O plano odontológico já é o 3º benefício mais procurado pelos gestores de RH das empresas

A frase “A saúde do corpo começa pela boca” está, cada vez mais, fazendo sentido para o departamento de recursos humanos das empresas e para a própria população brasileira. A conseqüência disso foi que os planos odontológicos subiram do quinto para o terceiro lugar entre os benefícios mais procurados e oferecidos por empresas aos seus funcionários.

Uma pesquisa divulgada no final de 2008 pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), confirmou o crescimento significativo da oferta de planos odontológicos em ambientes corporativos. Segundo a pesquisa, o setor cresceu 15% ano passado e, começou este ano com mais de 11 milhões de beneficiários a mais.

As razões que explicam essa mudança são a conscientização da população brasileira quanto à importância dos tratamentos dentários e o elevado número de profissionais do ramo em atividade. Desse modo, as empresas sentiram a necessidade de implantar os planos odontológicos com mais afinco nos seus programas de benefício corporativo. O resultado foi a redução no índice de absenteísmo entre os colaboradores.

As vantagens em aderir aos planos corporativos odontológicos ainda não param por aqui. Para médias e pequenas empresas, o plano para cada colaborador tem preço em torno de R$ 10,50; já os planos individuais ficam em média de R$ 30. Outro fator significativo para os planos de pessoa jurídica é o incentivo fiscal.

Segundo o Diretor Executivo da Dentalpar, Dr. Armando Rodrigues Filho, “As organizações estão percebendo o valor de um plano odontológico não só como um benefício à aparência, mas também para a saúde e produtividade de seus colaboradores”. Para o Dr. Armando, o plano odontológico é um aditivo para os benefícios corporativos e com baixo custo de manutenção, mantendo os funcionários motivados.

A população brasileira e os cuidados com a saúde bucal

Os dados referentes à saúde bucal dos brasileiros são alarmantes e nada estimulantes. Segundo dados do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog), aproximadamente 30 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista, três em cada quatro idosos não possuem nenhum dente, apenas 3,8% das crianças com 5 anos estão livres das cáries e mais de 2 milhões de adolescentes nunca sentaram em uma cadeira de dentista. De acordo com o mesmo, o estado que concentra maior número de beneficiários é São Paulo, retendo cerca de 47,08%; não coincidentemente, a área mais industrializada do país.

“Os planos odontológicos corporativos também abrem oportunidades aqueles que não têm condições de custear esse tipo de tratamento odontológico ou se sentem desmotivados pelas visitas de prevenção que deveriam ser constantes. A preocupação da saúde bucal, assim como, a sua manutenção e prevenção podem ser mais eficazes com esse tipo de assistência privada. Além disso, é uma forma de tirar o Brasil do ranking de países que não freqüentam os consultórios odontológicos”, afirma Dr. Armando Rodrigues Filho, Diretor Executivo da Dentalpar

de clientes com TNG, Center Castilho, Eucatex, entre outros. Sua maior preocupação é aliar ética à tecnologia e à capacidade profissional.

 

 

Número de beneficiários cresce no plano de saúde

sexta-feira, julho 24th, 2009

Segundo o último Caderno de Informações da Saúde Suplementar da ANS (Agência Nacional de Saúde) em 2008 o número de brasileiros com planos de saúde passou de 48 milhões para 52 milhões de beneficiários. Estão inclusos neste número 21% dos usuários dos planos odontológicos que no último ano representavam cerca de 17%. Hoje o segmento de medicina de grupo cobre aproximadamente 17 milhões de usuários, ou seja, 32% dos 52 milhões de clientes da saúde suplementar brasileira.

São Cristovão Saúde, estratégia eficaz e excelência nos resultados

sexta-feira, julho 24th, 2009
 

 

O São Cristovão Saúde inicia o primeiro semestre de 2009 apresentando um crescimento comercial da ordem de 276% em seu volume de venda quando comparado com o mesmo período de 2008.

Este Sucesso tem como base uma estratégia eficaz desenvolvida desde o inicio do ano de 2007 quando assumiu como principal executivo da instituição do Sr. Valdir Ventura.

Neste Período, Ventura implementou um planejamento estratégico que prevê um conjunto de medidas a serem adotadas até 2011, dentre estas medidas estão contempladas desde políticas de redução de desperdício até obtenção de certificações internacionalmente reconhecidas tais como, ISO 9001 para o plano de saúde e ONA para o Hospital São Cristovão.

Este conjunto de medidas também contemplou a reestruturação de sua área comercial que em dezembro de 2008 ganhou um reforço de peso com a contratação de sua nova diretor comercial Suzy Lopes Moço, aliando profissionalismo e respeito adquirido no mercado de saúde, Suzy implementou novas parcerias e metodologias comerciais possibilitando maior dinamismo a toda equipe.

“Os Planos do São Cristovão saúde são ambiciosos, chegaremos a final de 2009 consolidados como uma das melhores opções de venda ao canal do corretor, aliando o crescimento de nossa carteira a sustentabilidade financeira”, comenta Valdir Ventura. 

ANS aprova aumento de 9,9% nos planos antigos

sexta-feira, julho 24th, 2009

A ANS definiu o reajuste máximo para planos antigos (anteriores a 1999) das cinco operadoras que assinaram termos de compromisso com o órgão. Em junho, a ANS definiu em 5,76% o reajuste máximo para os planos de saúde novos.

As seguradoras Bradesco, Sul América e Itauseg foram autorizadas a reajustar seus contratos em até 9,94%. E as empresas de medicina de grupo Amil e Golden Cross, em até 6,64%.

O reajuste atinge 755 mil de beneficiários de planos de saúde no país e entra em vigor na data de aniversário dos contratos.

Médico dá dicas sobre como evitar a pressão alta em mulheres

sexta-feira, julho 24th, 2009

Receita envolve controle de peso, menos sal, exercícios e ácido fólico.
Se todos os fatores forem controlados, risco cai cerca de 80%

 

 

 

A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, é uma das doenças crônicas mais comuns na sociedade. Se não evitada ou tratada adequadamente, pode levar a complicações importantes, como infartos do coração e insuficiência renal. Uma pesquisa publicada na revista “Journal of the American Medical Association” aponta que 6 fatores comportamentais podem ser responsáveis por 78% de diminuição na aparecimento da pressão alta para mulheres.
Os dados vêm de um estudo que acompanhou por mais de 14 anos um grupo com 80 mil mulheres de 27 a 44 anos de idade. Todas as participantes eram saudáveis quando entravam no estudo, o que permitiu a identificação das doenças na medida em que apareciam. O aparecimento da hipertensão depende de fatores de risco modificáveis e outros como raça, sexo, história familiar de hipertensão e uso de contraceptivos orais.
A lista de fatores modificáveis inclui índice de massa corporal, não seguir as recomendações dietéticas para evitar a hipertensão, uso freqüente de analgésicos, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e não consumir a quantidade recomendada de ácido fólico por dia. O fator mais importante dentre esses foi o Índice de Massa Corporal. O controle do peso responde pela metade dos casos de pressão alta na sociedade. Mulheres obesas, ou seja, com IMC acima de 25, tem 48% mais chance de ter hipertensão.
Os outros fatores respondem por aumentos menores do risco. Para cada fator evitado, menor o risco de se apresentar a hipertensão. Se todos os 6 fatores puderem ser controlados, o que acontecia com cerca de 0,3% do grupo estudado, o risco pode ser diminuído em 78%. Além de controlar o peso, as mulheres que desejam evitar a pressão alta devem:
- Evitar o uso de analgésicos freqüentemente, ou seja, mais de uma vez por semana. Isso pode diminuir em 17% o risco.
- Seguir as recomendações de uma dieta saudável para o coração, com pouco sal, e consumir muitas frutas e vegetais pode cortar em 14% o risco.
- Fazer 30 minutos de exercícios vigorosos todos os dias pode evitar 14% dos casos de hipertensão.
- O consumo de mais de um drinque por dia é responsável por 10% do risco de pressão alta.

- Por último as mulheres devem consumir pelo menos 400 mg de ácido fólico todos os dias e diminuir seu risco em 4%.
Apesar de difícil, quanto mais fatores de risco forem controlados, menos casos de hipertensão. O estudo mostra que esses fatores dependem de decisão pessoal, mas também podem influenciados por políticas públicas. A existência de áreas que favoreçam a prática de exercícios, legislação que controle o processamento de alimentos, como o uso de gorduras trans, por exemplo, podem ajudar. Isso aponta para uma combinação entre ações públicas e privadas. As doenças cardiovasculares consomem uma parte substancial dos recursos gastos em saúde e cortam anos de vida das pessoas. Cuide-se.

São Cristovão Saúde, estratégia eficaz e excelência nos resultados

quarta-feira, julho 15th, 2009

O São Cristovão Saúde inicia o primeiro semestre de 2009 apresentando um crescimento comercial da ordem de 276% em seu volume de venda quando comparado com o mesmo período de 2008.

Este Sucesso tem como base uma estratégia eficaz desenvolvida desde o inicio do ano de 2007 quando assumiu como principal executivo da instituição do Sr. Valdir Ventura.

Neste Período, Ventura implementou um planejamento estratégico que prevê um conjunto de medidas a serem adotadas até 2011, dentre estas medidas estão contempladas desde políticas de redução de desperdício até obtenção de certificações internacionalmente reconhecidas tais como, ISO 9001 para o plano de saúde e ONA para o Hospital São Cristovão.

Este conjunto de medidas também contemplou a reestruturação de sua área comercial que em dezembro de 2008 ganhou um reforço de peso com a contratação de sua nova diretor comercial Suzy Lopes Moço, aliando profissionalismo e respeito adquirido no mercado de saúde, Suzy implementou novas parcerias e metodologias comerciais possibilitando maior dinamismo a toda equipe.

“Os Planos do São Cristovão saúde são ambiciosos, chegaremos a final de 2009 consolidados como uma das melhores opções de venda ao canal do corretor, aliando o crescimento de nossa carteira a sustentabilidade financeira”, comenta Valdir Ventura.