Archive for fevereiro, 2010

Plano de saúde: 81,4% dos brasileiros estão satisfeitos com o serviço

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

Fonte: Site Acoplan

 

Plano de saúde: 81,4% dos brasileiros estão satisfeitos com o serviço

 

Mais de 81% dos brasileiros que possuem plano de saúde estão satisfeitos com o serviço. O resultado é de uma pesquisa da GFK Brasil, que mediu o grau de satisfação dos usuários a respeito dos serviços de saúde públicos e privados.

 

Dos entrevistados, 45% possuem plano de saúde. O grau de satisfação médio desse grupo foi 7,54 em uma escala de zero a dez (zero significa totalmente insatisfeito e dez totalmente satisfeitos).

 

Ainda segundo a pesquisa, 27% das pessoas deram nota 10 a seus planos de saúde e a proporção de pessoas que deram nota zero foi de 3,1%.

 

Sistema público

 

Já em relação à saúde pública as notas são bem inferiores: a média de satisfação ficou em 4,22. Dos usuários, 21% deram nota zero ao serviço e os que deram notas entre zero e dez somam 68%. Apenas 7,2% deram nota dez à saúde pública.

 

O estudo foi conduzido por meio de mil entrevistas realizadas entre pessoas das classes A, B, C e D, moradoras de 12 capitais e regiões metropolitanas.

 

Na comparação entre as duas principais regiões metropolitanas, o serviço público de saúde é mais bem avaliado em São Paulo do que no Rio de Janeiro. As médias de notas foram, respectivamente, 4,82 e 3,09.

 

Intermédica pode ser Vendida

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

 

Fonte: Site acoplan

Especulações do mercado apontam a Amil como possível compradora

Mais uma aquisição parece estar para acontecer no mercado de planos de saúde. Especulações do mercado apontam que Paulo Barbanti, proprietário da Intermédica, teria interesse em vender a operadora, segundo informou a Agência Estado.

E mais uma vez, quando se trata de aquisições no mercado de saúde, a Amil teria sido apontada como possível compradora, mesmo em um ano em que está ajustando as operações pós aquisição da Medial Saúde. 

Em 2007, o empresário havia concedido mandato para o Morgan Stanley, e agora contratou o Credit Suisse.

O único embate seria o acerto de valores para a compra. Apesar da Intermédica valer supostamente cerca de R$ 800 milhões, Barbanti estaria pedindo R$ 2 bilhões para a aquisição, preço considerado exagerado. A Amil nega que esteja interessada.

Infecção hospitalar, uma ameaça para quem busca tratamento

segunda-feira, fevereiro 22nd, 2010
Fonte: Revista Veja 17 de Fevereiro

As infecções hospitalares afetam milhões de pacientes em todo o mundo, apesar de suas cousas e dos métodos de prevenção serem bem conhecidos.

Contrair uma infecção durante a internação hospitalar pode parecer absurdo em uma época de tantos avanços na medicina, mas é mais comum do que imagina.

Só nos Estados Unidos, segundo estimativas dos Centros de Prevenção de Controle de Doenças, o problema atinge de 5% a 10% dos pacientes internados. São 2 milhões de casos por ano, 100 mil dos quais resultam em morte. Outras conseqüências são o aumento do tempo de internação e as seqüelas físicas, além do ônus financeiro. Estudos estimam entre US$ 28,4 e US$ 33,8 bilhões os custos diretos gerados pela infecção hospitalar naquele país. Lá, como aqui, todos pagam essa conta de uma forma ou de outra pacientes, hospitais, governo e operadoras de planos de saúde. Embora o controle dessas infecções seja perseguido, até há pouco tempo elas eram vistas como inevitáveis, uma conseqüência natural da assistência em casos complexos e do aumento da expectativa da vida, que elevou o número de paciente idosos com doenças mais graves.

Hoje, na posição das instituições comprometidas com a segurança do paciente é radical: a meta é eliminar as infecções hospitalares. Não é uma jornada simples. Além de reforçar o número e a qualificação dos profissionais dedicados ao controle das infecções, há outros desafios, como a maior resistência das bactérias aos antibióticos, em grande parte devido ao uso indiscriminado desses medicamentos.

Porém, o principal campo da batalha contra as infecções hospitalares envolve mudanças de comportamento e de processos, inspirada nas melhores práticas baseadas em casos de sucesso.

As principais causas da infecção derivam de falhas humanas e de procedimentos para evitar a exportação do paciente a risco. A prevenção inclui medidas simples. Um exemplo é a higienização das mãos antes, durante e depois de cada procedimento, mesmo que seja uma rotina visita ao quarto do paciente. Há muitas outras práticas recomendadas, como o uso do maior número possível de barreira estéreis quando se coloca um cateter na veia, a administração de antibióticos antes de uma cirurgia e a aspiração de secreções para a prevenção de pneumonia, quando o paciente é submetido á ventilação mecânica.

Como fazer com que essas práticas integrem a rotina do hospital e de seus profissionais? Implantando procedimentos rigorosos, promovendo a mudança de comportamento em várias áreas, capacitando as pessoas e adotando mecanismos para controlar o cumprimento dessas regras. Instituições hospitalares de primeira linha têm estabelecido o objetivo de Tolerância Zero, ou seja, procuram criar uma cultura em que nenhuma dessas regras de prevenção deixa de ser obedecida. Além disso, têm buscado engajar todos os níveis da organização nessa batalha, desde os executivos até as equipes de apoio. Familiares e pacientes também são envolvidos, com medidas educativas e de esclarecimento sobre práticas de higiene.

Tão essencial quanto ter um programa de controle de infecção hospitalar é monitorar o seu desempenho. Hospitais comprometidos com a excelência coletam e acompanham rigorosamente seus indicadores e, em uma postura ética e transparente, levam ao conhecimento de público. Um bom caminho para minimizar riscos é conhecer a instituição que vai tratar de sua saúde e informar-se sobre o que ela tem feito para eliminar a infecção hospitalar. Afinal, o paciente é a principal vítima dessas infecções e tem todos o direito a informações que lhe permitam fazer a melhor escolha.

 

SAÚDE MASCULINA

terça-feira, fevereiro 16th, 2010

 

Milhares de homens brasileiros são atingidos anualmente pelo câncer de próstata e morrem em decorrência da doença. Muitas mortes seriam evitadas com o diagnóstico precoce, obtido por meio de exames investigativos. Mas, quando procurar um médico? Quem está propenso á doença?

Os dois únicos fatores confirmadamente associados ao aumento do risco de desenvolvimento do câncer de próstata são a idade e a história familiar, segundo o Instituto Nacional do Câncer.

A doença ocorre quando as células dessas glândulas sofrem mutações e se multiplicam sem controle, desenvolvendo um cancro. Na fase inicial, a evolução é silenciosa. Quando os sintomas ocorrem, assemelham-se aos do crescimento benigno da próstata, como dificuldade de urinar ou maior freqüência de urinária durante o dia ou noite. Em estágio avançado de dor óssea e , ainda mais grave, infecções generalizadas ou insuficiência renal.

Diagnóstico e tratamento

Detectado precocemente, o câncer de próstata é curável. Casa não, as células podem se espalhar, especialmente para os ossos e linfonodos. Diagnosticado pelo exame clínico e pela dosagem do antígeno prostático, esses procedimentos podem sugerir a existência da doença e indicar a realização de ultrassonografia, a qual, por sua vez, mostrará a necessidade dê se realizar biópsia.

Com variados tratamentos disponíveis, como cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal, a escolha mais adequada depende do estágio clínico da doença e deve ser definida após discutir os riscos e benefícios do tratamento com o médico.

A influência da dieta sobre a incidência do câncer ainda é incerta, mas já se comprovou que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes (em especial o tomate), grãos e cereais integrais, e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer e de outras doenças crônicas não-transmissíveis

NÃO EXISTE EXAMES GRÁTIS

quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

Fonte: Revista Veja 20 janeiro de 2010

Os planos de saúde terão de cobrir uma nova e extensa gama de procedimentos médicos. É um avanço desejável, mas os custos vão subir

No Brasil, o direito de acesso universal e gratuito aos tratamentos médicos é assegurado pela Constituição. A precariedade do sistema público, no entanto, praticamente obriga as famílias que podem fazê-lo a contratar um plano privado. Ao fim, paga-se dobrado para ter acesso á assistência: primeiro, na forma de impostos; depois, na mensalidade dos planos. Hoje, o custo médio desses planos é de 120 reais. Em uma família de quando pessoas, isso representa um gasto anual expressivo de 5 760 reais. Ainda assim, dois em cada dez brasileiros possuem seguro médico. Em São Paulo, estado em que a cobertura privada é mais disseminada, mais da metade da população tem um plano. Cabe á Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a tarefa de regular e fiscalizar esse mercado, buscando o equilíbrio entre a qualidade do atendimento e o valor pago pelos segurados. Entre as suas atribuições está listar o rol de tratamentos e procedimentos mínimos que devem ser cobertos, obrigatoriamente, pelos planos de saúde. A cada dois anos esse rol é revisto e ampliado.

A ANS informou que, a partir de junho, setenta novos procedimentos passarão a ser cobertos. “O objetivo é manter as práticas atualizadas, para que as pessoas tenham acesso aos exames e tratamentos que se revelaram mais eficiente”, diz o diretor da ANS, Alfredo Cardoso. A incorporação de novas técnicas é necessária e bem-vinda. Não se imagina que a cobertura dos planos não acompanhe as inovações de medicina. Mas tão inevitável quanto esse avanço é o aumento do custo para as operadoras que cedo ou tarde será repassado para os segurados. Foi o que ocorreu após a revisão do rol em 2008. Agora, foram introduzidos tratamentos caros, entre eles o transplante de medula óssea e os exames de imagem com PET-Scan. Além disso, ampliou-se o limite de consultas anuais com psicólogos, fonoaudiólogo e nutricionistas. A avaliação das empresas de saúde é óbvia: o preço das mensalidades deverá subir. Só não se sabe quanto.

“O novo rol foi feito com rigor e trará benefícios evidentes para os consumidores, mas as operadoras de saúde suplementar verão subir seus custos”, afirma Solange Beatriz Mendes, diretora da Fenasaúde, entidade que representa as empresas do setor. Para Antônio Jorge Kropf, diretor técnico da Amil, não há abrir mão dos avanços da medicina. “O desafio está em incorporar o que existe de mais moderno e, ao mesmo tempo, combater o desperdício e fazer o bom uso desses recursos”, afirma Kropf. Nesse sentido, deve-se destacar que a ANS incluiu no rol de procedimentos as diretrizes que balizam e orientam a utilização das novas técnicas. Assim, o uso de PET-Scan estará coberto apenas nos casos de linfoma e de um tipo específico de câncer no pulmão.

O aumento dos gastos com saúde tanto públicos como privados, representa um desafio mundial. Em primeiro lugar, pesa o envelhecimento populacional. Quanto maior o número de idosos, mais elevados serão os custos. O valor médico de uma internação para pessoa com mais de 60 anos, por exemplo, é de 10 000 reais, o dobro do que as operadoras pagam para pacientes que estejam na casa dos 30 anos. Além da questão demográfica, existe o custo inerente á incorporação constante de técnicas e medicamentos. O resultado não poderia se outro: o valor dos planos de saúde tende a subir num ritmo mais veloz que o da inflação das mensalidades subiu 60%, contra uma alta no IPCA, o índice oficial de inflação. Para as operadoras, isso dificulta a popularização dos planos privados no país de faz com que o porcentual de segurados fique estagnado ao redor de 20% da população. Há quem argumente, por outro lado, que as operadoras acabam se beneficiando porque os seus segurados, muitas vezes, utilizam serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um exemplo é o tratamento contra a AIDS. Mas o fato é que a constituição assegura a todos pobres e ricos, segurados ou não o acesso irrestrito aos serviços médicos. A população busca os planos por necessidade e porque um estado recordista em arrecadação tributária negligencia um dever constitucional.

Algumas Coberturas:

Marcapasso multissítio: Usado no tratamento de certos tipos de insuficiência cardíaca. Custo: 16 000 reais

Transplante de medula óssea: Procedimento para o tratamento de leucemias e outras doenças hematológicas. A nova regra sé é válida para doadores vivos. Custo: 72 000 reais

PET-Scan: Exame de imagem para identificar tumores e determinar sua extensão. Será obrigatório em casos de linfoma de câncer de pulmão. Custo: 3 000 reais

Teste do reflexo vermelho em bebês: Conhecido com “teste do olhinho”, verifica a presença de doenças oftalmológicas em recém-nascido e ajuda a prevenir a perda de visão. Custo: De 150 a 200 reais

 Medidas válidas a partir de 7 junho de 2010.

Amil adquire 45,7% da Medial Saúde

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

Fonte: Seg Notícias

A Amil adquiriu mais 45,7% das ações da Medial Saúde, em leilão realizado nesta quinta-feira (28) e com isso passa a deter 97,6% de seu capital. Na oferta pública de aquisição (OPA), a Amil adquiriu 31.841.504 ações ordinárias da Medial Saúde a um valor unitário de R$ 17,50, gastando no total R$ 557,23 milhões. O leilão era obrigatório após a Amil adquirir o controle da Medial em 19 de novembro do ano passado, ocasião em que a empresa fechou acordo para assumir 51,9% do capital por R$ 612,5 milhões em dinheiro. O valor pago aos minoritários é o mesmo ofertado ao grupo controlador reajustado pela taxa Selic. Com a Medial, a Amil quase dobrou sua participação no Estado de São Paulo, além de consolidar a liderança nacional.

ANS completa 10 anos de atividade

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

Fonte: Seg Notícias

Para marcar a comemoração pelos 10 anos de criação, nesta quinta-feira (28), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou, em seu site na Internet (www.ans.gov.br), um hotsite contendo a história da agência reguladora e uma “linha do tempo”, no qual destacam-se as principais ações e modificações na estrutura e política do órgão. A ANS, responsável pelo aumento do índice de qualidade e consolidação da legislação do setor, supervisiona o segundo maior sistema privado de saúde do mundo. A ANS não só monitora e fiscaliza as condições econômico-financeiras das empresas, mas também envolve-se com outras atividades, como regulação assistencial, revisão do rol mínimo de procedimentos de atenção à saúde; índice de reajuste dos planos individuais e familiares, e a cobrança de ressarcimento ao Sistema Público de Saúde, entre outros