Archive for abril, 2010

Carne bem passada pode dobrar chances de câncer na bexiga

terça-feira, abril 20th, 2010

Fonte: G1

Estudo achou substância prejudicial gerada quando alimento vai ao fogo.
Descoberta vale para carne vermelha e de porco assada, frita ou grelhada. Comer carne bem passada pode dobrar o risco de se desenvolver câncer de bexiga. É o que diz uma pesquisa recente apresentada em uma conferência de medicina nos Estados Unidos. O estudo da universidade do Texas durou 11 anos. Os pesquisadores identificaram agentes químicos na carne bem passada que aumentam duas vezes e meia a probabilidade de contrair câncer na bexiga. Expor a carne demais ao fogo produz uma substância química que prejudica o organismo. A descoberta vale para carne vermelha e de porco assada, frita ou grelhada. O risco aumenta também para quem come frango ou peixe fritos. Existem ainda fatores genéticos, mas o coordenador da pesquisa, Xifeng Wu, foi taxativo: o estudo mostra que há relação entre o que se come e os riscos de contrair câncer.

 

MÉDICO, HOSPITAL, TRATAMENTO. O PACIENTE TEM O DIREITO DE ESCOLHER.

segunda-feira, abril 19th, 2010

Fonte: Pagina Einstein - Veja 21 de Abril

Ao buscar serviços de saúde, as pessoas nem sempre agem como consumidores exigentes que, antes da compra, avaliam a qualidade e os benefícios do prestador escolhido para atendê-los. Mas deveriam adotar essa prática.

Ao contratar qualquer tipo de serviço, seja bancário, de telefonia ou algum outro, os consumidores levam em conta não só nome do prestador. São exigentes e pesquisam antecipadamente sobre os valores envolvidos, os benefícios e a qualidade de cada prestador e optam pelo que melhor atende às suas necessidades. Exercem seu direito de fazer escolhas. Mas esses mesmos indivíduos agem de maneira diferente em relação aos serviços de saúde. Por questões culturais ou por falta de informação, não exercem os seus direitos como pacientes e não costumam buscar indicadores de qualidade ou referências quando precisam de um hospital, clínica ou laboratório.

O paciente tem, sim, o direito de escolher seu médico, seu hospital e até seu tratamento. O médico possui o conhecimento, mas a decisão sobre o tratamento tem de ser tomada em conjunto com o paciente, considerando as melhores evidências cientificas e também a individualidade o que vai desde condições financeira até aspectos psicológicos, crenças e valores. A pessoa tem de ser comunicada sobre as alternativas de tratamento e os riscos. No caso de procedimento de risco cirúrgicos ou invasivos por exemplo, essas informações são formalizadas por escrito em documento assinado pelo paciente.

Direito de escolher de escolher significa também poder exigir uma segunda opinião, recusar um exame ou procedimento ou dizer que gostaria de ser atendido por outro Professional ou por outra instituição. Claro que há aspectos que podem restringir as opções a cobertura do plano de saúde ou a disponibilidade e as regras de rede de assistência.

Como saber onde obter o melhor atendimento? Buscando informações. Nem sempre elas estão disponíveis ou facilmente acessíveis. Mas as pessoas devem procurar obtê-las e exigi-las. Os médicos e instituições, por sua vez, devem avançar nas práticas que permitam ao paciente dispor de dados concretos e relevantes para comparar qualidade e beneficio.

Que serviços apresentam melhor taxa de sobrevida em um caso de câncer de mama? Qual a taxa de infecção hospitalar de uma instituição? Em um Acidente Vascular Cerebral (AVC), essa instituição tem um protocolo que garanta o rápido atendimento, importantíssimo para reduzir seqüelas? Qual a taxa de mortalidade nos casos de infarto? Respostas a perguntas desse tipo são decisivas para orientar escolha.

Nos Estados Unidos, há mais de uma década, a Cleveland Clinic começou a divulgar seus indicadores, iniciando um movimento transformador. Hoje, o consumidor norte-americano encontra informações abrangente a e até sites com quadros comparativos entre várias instituições. Isso estimula os esforços para melhorar a qualidade e gerar uma competição entre prestadores alicerçada na busca de qualidade.

No Brasil, mesmo entre instituições de primeira linha, inclusive as que têm a acreditarão de entidades como a Joint Commission International, poucas publicam em seus sites os indicadores de desempenho e qualidade. Multiplicar essa prática dependerá em grande parte da própria atitude do consumidor. Quanto mais consciente ele for de seus direitos, mais exigente será em relação às informações que nortearão suas escolhas. Como paciente ele só terá a ganhar, pois poderá optar, com base em informações, pelo atendimento que lhe convier. Além disso, estará estimulando a concorrência entre os prestadores de serviços na busca contínua de maiores níveis de qualidade e segurança.

NOVO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA ENTROU EM VIGOR

quinta-feira, abril 15th, 2010

Fonte: Portal Viver seguro

O novo Código de Ética Médica, que entra em vigor hoje, estabelece limites para a distanásia – meios artificiais para prolongar a vida – e o fortalecimento dos cuidados paliativos para pacientes terminais. Trata também do veto à manipulação de células reprodutivas e maior autonomia ao paciente na hora de decidir que tipo de tratamento deseja enfrentar. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o trabalho de revisão do código começou em novembro de 2007 e foi concluído durante a 4ª Conferência Nacional de Ética Médica, em agosto do ano passado. Médicos e entidades da sociedade civil tiveram oito meses para encaminhar propostas ao órgão. “Todos estão cientes da revisão. O texto foi muito debatido com a classe. Ninguém pode alegar que não conhece o código”, destacou o corregedor do CFM, José Fernando Maia. Segundo ele, a medicina enfrenta atualmente situações que não existiam em 1988, quando surgiu a primeira legislação médica.

Para Maia, um dos destaques do código trata da autonomia do paciente que, a partir de agora, tem o direito de ser informado sobre todos os procedimentos médicos a serem realizados, sejam clínicos, terapêuticos ou de diagnóstico. No caso de estar impedido, um representante legal precisa ser ouvido. O médico só vai poder intervir quando houver perigo de vida para a pessoa. O novo código prevê maior autonomia também para o médico, que não é mais obrigado a realizar nenhum tipo de procedimento apenas por ser permitido legalmente no Brasil. Ele precisa, entretanto, indicar ao paciente um profissional que o faça. A reportagem é da Agência Brasil.

Vacina H1N1 Data e Calendário Campanha Vacinação Gripe 2010

terça-feira, abril 6th, 2010
Fonte: Ministério da saúde

Vacina H1N1 – Data e Calendário Campanha Vacinação Gripe 2010: Para os cidadãos do País inteiro, fiquem sabendo que já iniciaram as campanhas para orientar a população sobre a vacinação contra a gripe pandêmica, essas campanhas começaram no ultimo dia 4 quinta feira, e tem previsão para ir até o dia 14 de Março, serão distribuídos cerca de 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas referentes em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que os brasileiros devem adotar no dia-a-dia.
A Campanha Nacional de Vacinação contra gripe H1N1 começará no dia 19 de Março de 2010, sendo que a campanha será realizada em cinco etapas contra o vírus H1N1 que ocorrerão em todos os municípios do Brasil, as doses da vacina já chegaram a muitos estados, sendo recebidas mais de 170 mil doses da vacina para a primeira etapa, 30 mil somente para Porto Alegre, sendo que a estimativa do governo é que sejam vacinadas cerca de 127 mil trabalhadores da saúde e 20 mil indígenas.
Para vocês leitores que estão em dúvida sobre quem será vacinado contra gripe h1n1 em 2010, fique sabendo que a Organização Mundial da Saúde – OMS, recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas, sendo que no Brasil a vacinação foi ampliada para outros três grupos, sendo crianças de 06 meses a menos de 2 anos de idade e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos de idade.
As fases/etapas da campanha contra gripe h1n1 consistem em realizar a vacinação para certos grupos, organizados pelos responsáveis por cada município, sendo que entre o dia 8 e 19 de Março, onde serão vacinados apenas indígenas e profissionais de saúde, sendo que as etapas serão realizadas de forma organizada para os públicos específicos, fiquem atentos para as datas que serão mencionadas no final da nossa matéria para que vocês sejam devidamente vacinados e imunizados contra o vírus H1N1.
Preparamos para vocês caros leitores, o calendário de vacinação contra gripe a influenza H1N1 2010, segue a lista com as datas para que os grupos de pessoas sejam devidamente imunizados contra o vírus H1N1.