Archive for maio, 2010

PRATICAR ESPORTES FAZ BEM Á SAÚDE, MAS PODE TRAZER SÉRIOS RISCOS.

quarta-feira, maio 26th, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 26 de Maio

No placar da saúde, os benefícios da prática esportiva são incomparavelmente maior que os riscos. Mas estes existem e podem ser evitados com cuidados simples.

A busca de uma vida mais saudável, um corpo mais atraente ou simplesmente o espírito esportivo contagiado por eventos como a Copa do Mundo têm feito crescer o número de pessoas que praticam esportes e atividades físicas. É um fato muito positivo. Estudos nas mais diversas áreas da medicina atestam seus efeitos favoráveis para a saúde. Mas os consultórios também estão repletos de exemplos dos riscos a que estão expostos atletas, iniciante ou veteranos, habituais ou esporádicos que não respeitam seus limites, ignoram problemas físicos ou não observam cuidados básicos como boa alimentação, alongamento, hidratação e, quando necessário, suporte médico. Aí, em vez de benefícios, o esporte pode trazer problemas de torções, distensões, tendinites, dores, fadigas musculares e até doenças mais graves, como as cardiovasculares e as hérnias de disco.

Para garantir a relação entre esportes e saúde é necessário que a pessoa faça uma análise de seu perfil e verifique se a atividade esportiva, o ritmo e a intensidade são adequados. Um sedentário não vira um atleta de uma hora para outra. Um obeso vai se beneficiar do exercício físico, mas terá de fazer a escolha certa, pois o excesso de peso favorece lesões nos músculos e articulações.

Mesmo quem já pratica exercícios não pode alçar vôos maiores sem estar preparado. Quem corre alguns quilômetros, por exemplo, tem de se preparar por meses se decidir que quer arcar uma maratona. Outro erro grave é compensar a semana de sedentarismo suando a camisa no sábado e domingo. Nesses casos, é melhor trocar a corrida por uuma caminhada.

O limite do esforço físico pode ser medico de maneira simples: a capacidade de falar durante sua execução. Se a fala estiver entrecortada, é hora de parar. Além disso, treinamento exige descanso para que o corpo se recupere. O correto é que os exercícios sejam progressivos, regulares e acompanhados de alongamento. Para iniciante, a American Heart Association e o American College of sports Medicine sugerem 30 minutos de atividade moderada, 5 vezes por semana.

Para uma avaliação preliminar, há testes que podem auxiliar, como PAR-Q (Physical Activity Readiness Questionnaire), com perguntas simples, que orientam sobre a eventual necessidade de avaliação médica mais rigorosa. Teste ergométricos são indicados pela Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte para homens com mais de 35 anos, mulheres com mais de 45 e pessoas que se dedicam a atividade de maios esforço. Aterosclerose, hipertensão e arritmias, dentre outras demandam orientação médica específica.

Mas esporte combina mesmo é com saúde. Entre as pessoas que praticam atividade física regular é menor a incidência de doenças cardiovascular, hipertensão, acidente vascular cerebral, câncer de cólon, mama, próstata, pulmão etc. Os males do sedentarismo superam, e muito, eventuais complicações advindas da prática esportiva. Portanto, o melhor é adotar os cuidados básicos e aproveitar tudo de bom que o esporte e a atividade física proporcionam.

 

PESSOAS DEPRIMIDAS COMEM 55% MAIS CHOCOLATE, MOSTRA PESQUISA

terça-feira, maio 18th, 2010

Fonte: UOL Ciência e Saúde

Não é de hoje que ataques descontrolados a caixas de bombons têm sido associados a momentos de frustração. Agora, a correlação foi comprovada cientificamente. Segundo estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine, pessoas deprimidas consomem 55% mais chocolate do que indivíduos com o humor equilibrado. E quanto pior elas se sentem, maior a quantidade consumida do alimento.

A pesquisa, coordenada pela professora de medicinaBeatrice Golomb, da Universidade da Califórnia, contou com mais de 900 adultos saudáveis, que tiveram seu humor e seus hábitos alimentares avaliados.

Homens e mulheres considerados deprimidos comiam 8,4 porções de chocolate por mês, contra 5,4 consumidos pelos participantes que não apresentavam depressão. Os indivíduos com sintomas mais intensos chegavam a comer 12 porções por mês, segundo os pesquisadores.

Embora a cultura popular atribua a mania de devorar doces às mulheres, o estudo mostrou que homens também tendem a comer mais chocolate quando estão “para baixo”. Mais da metade dos participantes da pesquisa eram do sexo masculino e os resultados foram similares para os dois gêneros.

De acordo com Golomb, não dá para saber seexagerar no chocolate funciona como uma espécie deautomedicação para quem está deprimido, como indicam outros estudos, ou se ele é a própria causa dos sintomas. Assim como o álcool, a guloseima pode trazer uma sensação imediata de prazer e energia, mas, a longo prazo, faz as pessoas sesentirem ainda mais angustiadas, já que se trata de um alimento altamente calórico.

FAÇA UM CHECK-UP DO SEU PLANO DE SAÚDE

segunda-feira, maio 3rd, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 5 de maio

A leitura cuidadosa do contrato pode ajudar na escolha da melhor cobertura e evitar transtornos futuros.

O Brasil tem cerca de 42 milhões de beneficiários de plano ou seguros privados de assistência médico-hospitalar. É comum que, por desinformação, essas pessoas sejam surpreendidas com situação como a falta de cobertura de determinados procedimentos. Essas surpresa poderia ser evitada se tomassem uma precaução: ler o contrato de seu plano antes de adquiri-lo ou utilizá-lo. As informações ali contida sobre coberturas, carência e exclusões são tão mais relevantes que conhecer a rede de hospitais e outros prestadores credenciados, detalhes aos quais se costuma das mais atenção.

O alerta vale para todos os planos, mas os que foram contratados antes de 2 de janeiro de 1999 merecem mais atenção, pois só a partir dessa data é que entrou em vigor a regulamentação do mercado de saúde suplementar. Nesses planos mais antigos, que contemplam 22% do total de beneficiários do País, vale somente o que está escrito no contrato.

Os planos contratados a partir de 2 de janeiro de 1999 seguem na lista mínima de exames e procedimentos estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os procedimentos cobertos são os mesmos em qualquer tipo de plano, seja o básico ou o superior. As diferenças estão na rede de hospitais, laboratórios e outros prestadores credenciados. Portanto, é um equivoco trocar de operadora ou categoria de plano para obter mais coberturas. A lista tem sido acompanhar a evolução da tecnologia médica. As próximas mudanças entrarão em 7 de junho de 2010, englobando dezenas de novos procedimentos e tecnologias, como o transplante alogênico de medula óssea (entre doador e receptor diferentes), o pet-scan ontológico e algumas cirurgias torácicas por vídeo.

Os planos do tipo livre escolha, que reembolsam as despesas do beneficiário, também devem ser analisados com atenção. Os níveis de reembolso variam de acordo com a operadora e a categoria do plano. Poucas pessoas, porem, verificam as tabelas. Só tomam conhecimento delas quando recebem reembolso menores do que o valor do procedimento. Um caminho para evitar surpresas é solicitar à operadora de seu plano uma prévia cobertura e reembolso antes de se submeter a algum exame ou procedimento. Para quem pretende controlar um plano individual, é recomendável avaliar o contrato cuidadosamente antes de assiná-lo e procurar um plano que atenda às necessidades atuais e futuras do beneficiário e seu dependentes, levando em conta principalmente as faixas etárias. A troca de plano deve ser igualmente cuidadosa, especialmente nos casos de doenças preexistentes, que podem perder suas coberturas.

Já os beneficiários de plano empresariais e de adesão coletiva, que representam cerca de 80% do total, têm menos opção de escolha de operadoras, categorias e condições contratuais, uma vez que a negociação é feita diretamente pela empresa contratante. Ainda assim vale a mesma recomendação: faça um check-up do contrato para tirar todas as dúvidas. Afinal, tão importante quando ter um plano de saúde é saber que direitos ele proporciona a quais são seus limites. E vale lembrar que não tem um plano de saúde pode resultar em gastos relevantes em caso de doenças graves ou emergências