MÉDICO, HOSPITAL, TRATAMENTO. O PACIENTE TEM O DIREITO DE ESCOLHER.

abril 19th, 2010

Fonte: Pagina Einstein - Veja 21 de Abril

Ao buscar serviços de saúde, as pessoas nem sempre agem como consumidores exigentes que, antes da compra, avaliam a qualidade e os benefícios do prestador escolhido para atendê-los. Mas deveriam adotar essa prática.

Ao contratar qualquer tipo de serviço, seja bancário, de telefonia ou algum outro, os consumidores levam em conta não só nome do prestador. São exigentes e pesquisam antecipadamente sobre os valores envolvidos, os benefícios e a qualidade de cada prestador e optam pelo que melhor atende às suas necessidades. Exercem seu direito de fazer escolhas. Mas esses mesmos indivíduos agem de maneira diferente em relação aos serviços de saúde. Por questões culturais ou por falta de informação, não exercem os seus direitos como pacientes e não costumam buscar indicadores de qualidade ou referências quando precisam de um hospital, clínica ou laboratório.

O paciente tem, sim, o direito de escolher seu médico, seu hospital e até seu tratamento. O médico possui o conhecimento, mas a decisão sobre o tratamento tem de ser tomada em conjunto com o paciente, considerando as melhores evidências cientificas e também a individualidade o que vai desde condições financeira até aspectos psicológicos, crenças e valores. A pessoa tem de ser comunicada sobre as alternativas de tratamento e os riscos. No caso de procedimento de risco cirúrgicos ou invasivos por exemplo, essas informações são formalizadas por escrito em documento assinado pelo paciente.

Direito de escolher de escolher significa também poder exigir uma segunda opinião, recusar um exame ou procedimento ou dizer que gostaria de ser atendido por outro Professional ou por outra instituição. Claro que há aspectos que podem restringir as opções a cobertura do plano de saúde ou a disponibilidade e as regras de rede de assistência.

Como saber onde obter o melhor atendimento? Buscando informações. Nem sempre elas estão disponíveis ou facilmente acessíveis. Mas as pessoas devem procurar obtê-las e exigi-las. Os médicos e instituições, por sua vez, devem avançar nas práticas que permitam ao paciente dispor de dados concretos e relevantes para comparar qualidade e beneficio.

Que serviços apresentam melhor taxa de sobrevida em um caso de câncer de mama? Qual a taxa de infecção hospitalar de uma instituição? Em um Acidente Vascular Cerebral (AVC), essa instituição tem um protocolo que garanta o rápido atendimento, importantíssimo para reduzir seqüelas? Qual a taxa de mortalidade nos casos de infarto? Respostas a perguntas desse tipo são decisivas para orientar escolha.

Nos Estados Unidos, há mais de uma década, a Cleveland Clinic começou a divulgar seus indicadores, iniciando um movimento transformador. Hoje, o consumidor norte-americano encontra informações abrangente a e até sites com quadros comparativos entre várias instituições. Isso estimula os esforços para melhorar a qualidade e gerar uma competição entre prestadores alicerçada na busca de qualidade.

No Brasil, mesmo entre instituições de primeira linha, inclusive as que têm a acreditarão de entidades como a Joint Commission International, poucas publicam em seus sites os indicadores de desempenho e qualidade. Multiplicar essa prática dependerá em grande parte da própria atitude do consumidor. Quanto mais consciente ele for de seus direitos, mais exigente será em relação às informações que nortearão suas escolhas. Como paciente ele só terá a ganhar, pois poderá optar, com base em informações, pelo atendimento que lhe convier. Além disso, estará estimulando a concorrência entre os prestadores de serviços na busca contínua de maiores níveis de qualidade e segurança.

NOVO CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA ENTROU EM VIGOR

abril 15th, 2010

Fonte: Portal Viver seguro

O novo Código de Ética Médica, que entra em vigor hoje, estabelece limites para a distanásia – meios artificiais para prolongar a vida – e o fortalecimento dos cuidados paliativos para pacientes terminais. Trata também do veto à manipulação de células reprodutivas e maior autonomia ao paciente na hora de decidir que tipo de tratamento deseja enfrentar. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o trabalho de revisão do código começou em novembro de 2007 e foi concluído durante a 4ª Conferência Nacional de Ética Médica, em agosto do ano passado. Médicos e entidades da sociedade civil tiveram oito meses para encaminhar propostas ao órgão. “Todos estão cientes da revisão. O texto foi muito debatido com a classe. Ninguém pode alegar que não conhece o código”, destacou o corregedor do CFM, José Fernando Maia. Segundo ele, a medicina enfrenta atualmente situações que não existiam em 1988, quando surgiu a primeira legislação médica.

Para Maia, um dos destaques do código trata da autonomia do paciente que, a partir de agora, tem o direito de ser informado sobre todos os procedimentos médicos a serem realizados, sejam clínicos, terapêuticos ou de diagnóstico. No caso de estar impedido, um representante legal precisa ser ouvido. O médico só vai poder intervir quando houver perigo de vida para a pessoa. O novo código prevê maior autonomia também para o médico, que não é mais obrigado a realizar nenhum tipo de procedimento apenas por ser permitido legalmente no Brasil. Ele precisa, entretanto, indicar ao paciente um profissional que o faça. A reportagem é da Agência Brasil.

Vacina H1N1 Data e Calendário Campanha Vacinação Gripe 2010

abril 6th, 2010
Fonte: Ministério da saúde

Vacina H1N1 – Data e Calendário Campanha Vacinação Gripe 2010: Para os cidadãos do País inteiro, fiquem sabendo que já iniciaram as campanhas para orientar a população sobre a vacinação contra a gripe pandêmica, essas campanhas começaram no ultimo dia 4 quinta feira, e tem previsão para ir até o dia 14 de Março, serão distribuídos cerca de 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas referentes em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que os brasileiros devem adotar no dia-a-dia.
A Campanha Nacional de Vacinação contra gripe H1N1 começará no dia 19 de Março de 2010, sendo que a campanha será realizada em cinco etapas contra o vírus H1N1 que ocorrerão em todos os municípios do Brasil, as doses da vacina já chegaram a muitos estados, sendo recebidas mais de 170 mil doses da vacina para a primeira etapa, 30 mil somente para Porto Alegre, sendo que a estimativa do governo é que sejam vacinadas cerca de 127 mil trabalhadores da saúde e 20 mil indígenas.
Para vocês leitores que estão em dúvida sobre quem será vacinado contra gripe h1n1 em 2010, fique sabendo que a Organização Mundial da Saúde – OMS, recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas, sendo que no Brasil a vacinação foi ampliada para outros três grupos, sendo crianças de 06 meses a menos de 2 anos de idade e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos de idade.
As fases/etapas da campanha contra gripe h1n1 consistem em realizar a vacinação para certos grupos, organizados pelos responsáveis por cada município, sendo que entre o dia 8 e 19 de Março, onde serão vacinados apenas indígenas e profissionais de saúde, sendo que as etapas serão realizadas de forma organizada para os públicos específicos, fiquem atentos para as datas que serão mencionadas no final da nossa matéria para que vocês sejam devidamente vacinados e imunizados contra o vírus H1N1.
Preparamos para vocês caros leitores, o calendário de vacinação contra gripe a influenza H1N1 2010, segue a lista com as datas para que os grupos de pessoas sejam devidamente imunizados contra o vírus H1N1.

 

Allianz Saúde atende a empresas de todos os portes

março 29th, 2010

Fonte: CQCS | Jorge Clapp

Com foco em Gestão Médica e Nível de Serviço, a Allianz aposta no potencial do ramo saúde. A companhia desenvolveu um dos produtos mais completos do mercado, que reúne diferenciais como reembolsos em até cinco dias úteis e aviso de liberação via SMS. Ele também conta com atendimento telefônico 100% humano em central própria e garante a liberação de procedimentos sem intermediação do segurado, diretamente entre o prestador e a seguradora.

O produto possui modalidades diferentes para atender os diversos segmentos de empresas. O “Empresarial” é ideal para empresas com mais de cem vidas. Já para as pequenas e médias empresas, com até 99 vidas, a modalidade mais indicada é a “PME”. Outra alternativa de contratação é o “Administrado”, modalidade pela qual o cliente paga conforme a utilização dos serviços médico-hospitalares.

As empresas escolhem, ainda, entre seis categorias de planos diferentes (Basic, Maxi, Spécial, Supérieur, Qualité e Excellence). Os planos se diferenciam pela da rede referenciada, padrão de acomodação em casos de internação e diferentes limites de reembolso para livre escolha.

 

 

CAIXA CRIARÁ SEGURADORA DE SAÚDE

março 29th, 2010

A Caixa Econômica Federal está planejando criar seguradora só para vender planos de saúde. A decisão foi tomada pelo conselho de administração da Caixa Seguros, a seguradora do banco público. No próximo dia 29, os acionistas realizam assembléia extraordinária para discutir a constituição da empresa. A Caixa Seguros será acionista dessa nova companhia que deve contar com parceiros privados. Ainda não foram definidos os eventuais parceiros. A nova seguradora de saúde da Caixa concorrerá com a Bradesco Saúde e a SulAmérica, as duas maiores na área, além de operadoras de planos de saúde, como Medial e Amil. Atualmente, o seguro habitacional é o principal produto da Caixa Seguros, que domina mais de 70% desse mercado no país.

PLANO DE SAÚDE TÊM NOVA COBERTURA OBRIGATÓRIA

março 29th, 2010

Fonte ANS
Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas a partir de 7 de junho de 2010. É o que garante a Resolução Normativa nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de hoje, 12 de janeiro de 2010, do Diário Oficial da União.

Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica, mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo, além de importantes inclusões no segmento odontológico, como colocação de coroa unitária e bloco são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica e odontológica terão direito.

A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor a Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, novas regras ampliam o atendimento ao consumidor
A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas. Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.

A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à internação hospitalar, independentemente de previsão contratual. Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários. Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato.

A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN. Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança para os pacientes e ao aprimoramento da prática médica. Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.

 


Foi publicada no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, A Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe:

março 23rd, 2010

Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.

Art. 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação.

Art. 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei.

Art. 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Planos de saúde têm nova cobertura obrigatória

março 23rd, 2010

Fonte: Site Acoplam

Cerca de 44 milhões de beneficiários de planos de saúde terão direito a 70 novas coberturas médicas e odontológicas, a partir de 7 de junho de 2010.

É o que garante a Resolução Normativa (RN) nº 211, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na edição de terça (12), do Diário Oficial da União.

Transplante heterólogo (de uma pessoa para outra) de medula óssea, PET-Scan para diagnóstico de câncer de pulmão, implante de marcapasso multissítio, oxigenoterapia hiperbárica e mais de 20 tipos de cirurgias torácicas por vídeo são alguns dos principais procedimentos aos quais os beneficiários de planos de assistência médica terão direito.

No segmento odontológico, inclusões como colocação de coroa unitária e bloco são os benefícios dos usuários dos planos de saúde.

A nova norma atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, cobertura mínima obrigatória oferecida pelas operadoras de planos de saúde a todos aqueles que possuem contratos celebrados a partir de 2 de janeiro de 1999 - data de entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, que regulamenta o setor de saúde suplementar.

Além dos procedimentos, as novas regras ampliam o atendimento ao consumidor. A RN nº 211 não traz apenas a lista de novas coberturas.

Há uma série de mudanças que, a partir de 7 de junho, ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.

A nova resolução também determina cobertura integral nos casos em que as operadoras ofereçam internação domiciliar como alternativa à hospitalar, independentemente de previsão contratual.Se isso ocorrer, a operadora deverá cobrir medicamentos e todos os materiais necessários.

Nos outros casos em que a atenção domiciliar não substitua a internação, a cobertura estará condicionada ao contrato. A atenção à saúde mental teve importante ganho com a edição desta RN.

Um destaque pode ser dado ao fim da limitação de 180 dias de atendimento em hospital-dia para a saúde mental, reforçando a política de substituição das internações psiquiátricas.

Cada vez mais, a regulação busca a integração entre procedimentos e sua forma de utilização, visando à segurança dos pacientes e aprimoramento da prática médica.

Para tanto, foi ampliado o número de diretrizes de utilização (critérios que devem ser preenchidos para que a cobertura seja obrigatória) e a incorporação de diretrizes clínicas (guias de orientação da prática clínica baseadas nas melhores evidências disponíveis) produzidas pela Associação Médica Brasileira.

GRIPE H1N1: DA PARA EVITAR?

março 17th, 2010

Fonte: Página Einstein - Veja 13 março

A vacina contra o vírus influenza A deve reduzir o contágio e o numero de casos graves no País.

Nos próximos meses, o Brasil estará mobilizado para a vacinação contra o influenza A - H1N1, vírus causador da gripe suína. O Ministério da Saúde prevê que 63 milhões de pessoas dos grupos definidos como de maior risco serão imunizadas. Além daqueles apontados como prioritário pela Organização Mundial da Saúde (OMS) - profissionais de serviços de saúde, indígenas, grávidas em qualquer período da gestação e pessoas com doenças crônicas como asma, diabetes e cardiopatias, o governo brasileiro inclui crianças de 6 meses a 2 anos e adultos entre 20 e 39 anos. A decisão foi baseada na análise dos dados da primeira onda de pandemia ocorrida no País, que apontam uma incidência significativa de casos graves nessas faixas etárias.

Entre abril e dezembro de 2009, o Brasil registrou 39.679 casos da doença, com 1.705 óbitos. Será diferentes este ano com a vacinação?

Há um consenso no meio médico-científico de que a vacinação reduzirá consideravelmente o contágio pelo vírus H1N1, assim como o número de casos graves e óbitos. Indiretamente, a ação trata benefícios também para as pessoas não vacinadas. Com milhões de indivíduos imunizados, haverá uma queda na circulação do vírus entre a população e, conseqüentemente, uma redução do risco de contágio.

A vacina contra o H1N1 demonstrou eficácia de imunização (produção de anticorpos contra a doença pelo organização do individuo) superior a 80% nos países em que já foi aplicada. Ou seja, pouco tempo de utilização, observou-se que ele apresenta um índice semelhante ao da vacina antigripe comum, que protege contra outros tipos do vírus Influenza e pode ser tomada paralelamente à da H1N1.

A imensa maioria das pessoas não tem qualquer reação á vacina, segundo dados da OMS e avaliações feitas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. No entanto, em alguns casos, tem sido registrados mais efeitos colaterais em pacientes que receberam a vacina contra o H1N1 do que naqueles vacinados contra a gripe sazonal, o que pode decorrer de uma vigilância maior por ser uma vacina nova. A única contraindicação é para as pessoas que tem alegria a ovo, que não devem receber a vacina.

Há outros mitos que precisam ser derrubados, como o de que a vacina poderia eventualmente, causar a gripe H1N1 na pessoa imunizada ou ser responsável por complicações em gestantes. A vacina adotada no Brasil é produzida com vírus inativa do (morto) e fracionado. Ou seja, se alguém vacinado tiver gripe, ela terá sido provocada por um dos outros inúmeros vírus de gripe e não pelo H1N1. Em grávidas um dos grupos de risco mais suscetível, a vacina é especialmente importante, pois além de proteger a gestante, reduz em mais de 60% as chances dessa gripe ns bebês nos primeiros meses de vida.

Aqueles que não estão nos grupos de risco definidos pelo Ministério da Saúde e querem assegurar proteção contra o H1N1 têm como opção procurar clinicas e hospitais particulares que oferecerão a vacina, cobrando pela dose. Independentemente da vacinação, porém, é preciso manter os cuidados preventivos: evitar contato com pessoas gripadas e aglomerações, lavar sempre as mãos (ou usar álcool em forma de gel) e, se tiver sintomas gripais, cobrir o rosto ao espirrar, usar lenços descartáveis e lavar as mãos após contato com secreções respiratórias. Além disso, em caso de sintomas como febre alta, tosse, dor de cabeça, muscular e nas articulações, procure atendimento médico.

FUMANTES TÊM QI MAIS BAIXO QUE NÃO-FUMANTES

março 17th, 2010

Fonte: UOL - MINHAVIDA.COM.BR

Jovens que fumam um maço de cigarros têm 7,5 pontos a menos de QI, diz estudo

 

 

Tabagistas têm menor índice de QI (quociente de inteligência) do que os que não fumam

E quanto mais cigarros fumados, menor é o QI do fumante. É o que mostra um estudo feito com mais de 20 mil recrutas militares israelenses. A pesquisa, realizada no Sheba Medical Center, em Israel, concluiu que homens jovens que fumam um maço de cigarros ou mais por dia têm 7,5 pontos a menos de QI do que aqueles que não fumam.

Entre os participantes da pesquisa, todos eles com 18 anos, 28% fumavam ao menos um cigarro por dia, 3% são ex-fumantes e 68% nunca colocaram um cigarro na boca. O estudo mostrou que a média do QI dos não-fumantes é de 101 pontos, enquanto os fumantes desde antes do serviço militar têm média de 94. O índice fica mais baixo conforme aumenta o número de cigarros fumados por dia; é de 98 pontos para aqueles que fumam entre um e cinco cigarros e 90 para aqueles que fumam mais que um maço. Quocientes entre 84 e 116 são considerados como inteligência mediana. A pesquisa não incluiu nenhum participante com desordem psiquiátrica, pois são dispensados do serviço militar.